CadCidadão fortalece gestão de políticas públicas e amplia inclusão Social na Bahia

O Cadastro Cidadão (CadCidadão) é um sistema do Governo do Estado da Bahia utilizado para identificar e acompanhar pessoas atendidas por políticas públicas, programas e ações de inclusão socioprodutiva em diferentes territórios da Bahia. A ferramenta organiza informações sobre os beneficiários, permitindo compreender quem são, onde estão e quais serviços estão acessando.

Criado inicialmente pela extinta EBDA para atender à Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), o sistema foi posteriormente ampliado para atender a outras políticas estaduais, como o Programa Vida Melhor e também os centros públicos de Economia Solidária (Cesol´s). Atualmente, funciona como um banco de dados estratégico, sob gestão da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), reunindo informações que auxiliam no planejamento, monitoramento e avaliação das ações públicas.

A partir dos dados coletados, o Estado consegue traçar perfis socioeconômicos, acompanhar a participação de públicos específicos, como mulheres, e considerar aspectos como raça e etnia na formulação das políticas. Esse conjunto de informações contribui para tornar as ações mais direcionadas, eficientes e alinhadas às necessidades da população atendida.

Apesar da relevância do sistema, ainda são comuns dúvidas entre os beneficiários. Uma das principais é a associação equivocada entre o CadCidadão e o CadÚnico, que pertence ao Governo Federal. Diferentemente do CadÚnico, o CadCidadão não está vinculado a benefícios sociais e não interfere em auxílios como o Bolsa Família.

De acordo com uma das idealizadoras do programa e coordenadora, Albene Piau, as informações fornecidas pelos beneficiários são seguras e utilizadas exclusivamente para fins de acompanhamento das políticas públicas estaduais. Albene destacou ainda que o cadastro não tem como objetivo excluir pessoas de programas sociais, mas sim ampliar o acesso a serviços e qualificar as ações ofertadas.

“Esses dados são utilizados tão somente para acompanhar a evolução da política pública. São dados sensíveis, da secretaria, e que servem para que a gente possa planejar um maior número de benefícios para essas pessoas que estão sendo atendidas”, disse Albene.

O registro é gratuito e, na maioria dos casos, realizado com o apoio de técnicos durante visitas de assistência. Em iniciativas como as desenvolvidas pelo Cesol, manter o cadastro ativo e atualizado é fundamental para garantir o acesso à assistência técnica e a outras ações voltadas ao fortalecimento dos empreendimentos solidários.

Fonte: Setre

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Capacitação do Cesol orienta artesãos de Piripá sobre edição de vídeos para emissão da Carteira do Artesão no CapCut

Na última sexta-feira (20), o Centro Público de Economia Solidária (Cesol) do Sudoeste e Médio Sudoeste realizou uma capacitação voltada à edição de vídeos para artesãos do município de Piripá. A atividade aconteceu no salão do CRAS e reuniu participantes interessados em regularizar sua atividade por meio da emissão da Carteira do Artesão.

De acordo com o assessor de comunicação/marketing do Cesol, Denilson Soares, a iniciativa busca facilitar o cumprimento das exigências técnicas para a emissão da Carteira do Artesão. “Muitos empreendimentos ainda têm dificuldade com plataformas de edição de vídeo. A formação ajuda a orientar e facilitar esse processo.”

Durante a formação, foram apresentadas orientações técnicas sobre gravação e edição de vídeos no aplicativo CapCut, abordando aspectos como enquadramento, iluminação, captação de áudio e qualidade de imagem. Também foram repassadas informações sobre a adequação  dos vídeos aos critérios exigidos pela Coordenação de Fomento ao Artesanato (CFA), etapa obrigatória no processo de solicitação do documento.

Sobre a Carteira do Artesão:

A Carteira do Artesão é um documento oficial que reconhece formalmente o trabalhador do artesanato no Brasil. Entre os principais benefícios estão a participação em feiras e eventos institucionais, acesso a políticas públicas, cursos de qualificação, além da possibilidade de inserção em programas de apoio à comercialização. O documento também contribui para a valorização da atividade e para a ampliação das oportunidades de geração de renda.

A Carteira Nacional do Artesão pode ser emitida gratuitamente, de forma online ou presencial. O processo começa com o pré-cadastro no portal do Artesanato Brasileiro. Em seguida, é necessário enviar documentos pessoais, foto 3×4 e comprovar a atividade artesanal por meio de fotos ou vídeos do processo de produção. Após análise da coordenação estadual, a carteirinha é aprovada e emitida, com validade de até seis anos.

A iniciativa integra as ações de apoio ao artesanato local desenvolvidas pelo Cesol, com foco na ampliação do acesso à formalização e no fortalecimento das atividades produtivas em Piripá.

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Agricultores familiares podem encaminhar propostas Compra com Doação Simultânea para Conab a partir desta terça

A partir desta terça-feira (18), os agricultores e agricultoras familiares já podem enviar as propostas para comercializar a produção a partir do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) na modalidade Compra com Doação Simultânea (CDS). Os projetos devem ser transmitidos para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) por meio do sistema PAANet até o próximo dia 20 de março. Os critérios de pontuação para participar do PAA neste ano foram definidos pelo Grupo Gestor do Programa (GGPAA) e publicados no Diário Oficial desta terça. Os recursos para a aquisição serão repassados para a Conab pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).

Confirmando o compromisso de incentivar o protagonismo das mulheres do campo, das águas e das florestas, as propostas para o PAA devem contar com no mínimo 50% de participação feminina. Além disso, quanto mais mulheres participarem das propostas, maior será a pontuação a ser recebida. Também serão priorizados os projetos com maior envolvimento da juventude rural.

Ainda serão prioritários os projetos agroecológicos e orgânicos, assim como as propostas com participação de indígenas, comunidades quilombolas e Povos e comunidades tradicionais (PCTs) e de assentados/as da reforma agrária.

Projetos apresentados – Outro critério estabelecido para as contratações deste ano se refere às organizações que já possuem propostas do Programa firmadas com a Conab nos últimos 2 anos. Nesse sentido, adotando como referência a data de fechamento do sistema, qual seja, 20 de março, as organizações contratadas que possuem execução acima de 70% e as organizações que apresentaram projetos em 2023 e 2024 e que não foram contratadas receberão 1 ponto; e as que possuem execução entre 50% e 69,9% receberão 0,5 ponto.
Além disso, as propostas de até R$ 500 mil também terão pontuação diferenciada, recebendo 2 pontos, de forma a incentivar que um maior número de produtores e produtoras familiares participem do Programa.

Documentações – Entre as documentações exigidas, tanto as cooperativas e associações quanto seus cooperados e associados devem ter a Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP jurídica ou familiar) ou o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF jurídica ou familiar). No caso de povos indígenas e povos e comunidades tradicionais também é aceito o Número de Identificação Social (NIS), e para os assentados é permitido o uso do Registro de Beneficiário do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Cada organização fornecedora poderá acessar o limite de R$ 1,5 milhão por ano, sendo o limite por agricultor familiar é de R$ 15 mil. Em caso de dúvidas ou de necessidade de outras informações sobre a elaboração e a inscrição dos projetos, as cooperativas podem procurar as superintendências regionais da Conab em cada estado.

A Compra com Doação Simultânea tem como finalidade o apoio aos agricultores familiares, por meio de cooperativas e associações, a partir da compra de sua produção. Os alimentos adquiridos são destinados ao abastecimento da rede socioassistencial e de Equipamentos Públicos de Segurança Alimentar e Nutricional, como restaurantes populares e cozinhas solidárias.

Clique aqui e conheça os critérios e participação. Já para fazer a transmissão da proposta é necessário fazer o download do PAANet disponível no site da Companhia.

Serviço:
Abertura do Sistema PAANet
Data: de 18/02 a 20/03
Link: https://www.conab.gov.br/agricultura-familiar/paanet

Mais informações para a imprensa:
Gerência de Imprensa
(61) 3312-6338/ 6344/ 6393/ 2256
imprensa@conab.gov.br

Texto copiado do site: conab.gov.br

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Cesol Sudoeste e Médio Sudoeste reúne 86 associados em assembleia

Na última segunda-feira (06/12), às 9h, o Centro Público de Economia Solidária (Cesol) reuniu 86 associados em uma Assembleia Geral. O encontro, realizado no auditório do Cesol, teve como principal tema o Fundo Rotativo e também trouxe palestras sobre temáticas ambientais, como consumo responsável e práticas para separação dos resíduos sólidos, assuntos que fazem parte da meta do novo contrato do Cesol. Além disso, houve também formação sobre Economia Solidária e Microcrédito.

Para o coordenador geral do Cesol, Rodrigo Rodrigues, a assembleia foi um dos maiores eventos que o Centro Publico já realizou, permitindo ver que os empreendimentos querem caminhar junto ao Centro. “Essa assembleia foi o pontapé inicial para começar os trabalhos, temos uma equipe competente e as expectativas para este ano de trabalho são as melhores”, complementou o coordenador.

Fundo Rotativo

O Fundo Rotativo funciona como um mecanismo de financiamento disponibilizado pelo Cesol para que os empreendimentos adquiram insumos e equipamentos essenciais às suas atividades. Diferentemente de um empréstimo tradicional, não há cobrança de juros ou correção monetária, o que facilita o acesso e promove o uso coletivo dos recursos.

Durante a Assembleia, foi lido e aprovado o Regimento Interno, documento que rege o Fundo Rotativo. Além disso, foi definido e aprovado o comitê gestor, composto por membros do Instituto Casa da Cidadania com Empreendimentos. A função do comitê é avaliar as condições do empreendimento solicitante, aprovar os recursos e garantir que os financiamentos atendam às reais necessidades dos empreendimentos, assegurando que os valores sejam devolvidos de forma responsável e garantindo a sustentabilidade do Fundo Rotativo.

Cada negócio pode acessar até R$ 6 mil por trimestre, considerando o limite total de R$ 75 mil do fundo. Após a utilização, os valores devem ser devolvidos para permitir que outros empreendimentos também tenham acesso ao financiamento. A gestão financeira do fundo é realizada pelo Cesol, enquanto a Casa da Cidadania é responsável pela custódia dos recursos.

Outros temas dentro da reunião

A agente Sócio-Produtiva Victória Gonçalves falou em sua palestra para os empreendimentos presentes sobre a Economia Solidária, um modelo alternativo que promove a cooperação e a solidariedade entre indivíduos e comunidades. Ela explicou que a Economia Solidária visa uma distribuição mais justa da riqueza e o fortalecimento da autonomia local, priorizando o bem-estar social em vez do lucro. De acordo com ela, este tipo de economia tem o objetivo de promover a inclusão social e econômica, incentivar a colaboração e fortalecer a economia local, com práticas sustentáveis e justas.

O coordenador geral do Cesol, Rodrigo Rodrigues, em sua palestra sobre microcrédito, destacou a importância dessa modalidade de financiamento, que fortalece os pequenos empreendimentos. O foco do coordenador foi mostrar que o microcrédito oferece capital de giro acessível a empreendedores que têm dificuldades de acesso a crédito em instituições tradicionais, ajudando na expansão dos negócios e na geração de emprego e renda. Ele também citou exemplos de instituições que oferecem esse tipo de crédito.

A geógrafa e administradora Alane Alves falou sobre o papel do Empreendedorismo no Consumo Responsável. Em sua apresentação, ela trouxe o consumo responsável como forma de promover a sustentabilidade, a justiça social e o fortalecimento da economia solidária. Além disso, destacou a importância de escolher produtos e serviços de cooperativas e pequenos produtores, o que contribui para reduzir intermediários, fortalecer a economia local e incentivar práticas produtivas justas e sustentáveis. Nesse contexto, os empreendimentos têm papel essencial ao educar consumidores sobre escolhas conscientes, produzir de maneira responsável e incluir a comunidade nos processos produtivos.

Logo após a apresentação de Alane, aconteceu a palestra “Boas Práticas para a Separação dos Resíduos Sólidos”, com o presidente da associação Império Recicla Mais, Wallace Souza. Além de falar sobre suas vivências como catador de recicláveis, Wallace também abordou a conscientização social e o aprimoramento da gestão e organização em rede dos empreendimentos assistidos pelo Cesol. Durante a palestra, ele discutiu temas relacionados à separação e destinação de materiais recicláveis e orgânicos.

A assembleia foi encerrada com a bióloga Taiara Alves, que explicou os próximos passos do Cesol Sudoeste. Um de seus objetivos é realizar o mapeamento de empreendimentos que atuam com resíduos sólidos no território, prestando assistência técnica, especialmente nas áreas de gestão, organização em rede e conscientização social sobre a separação e destinação de materiais recicláveis e orgânicos.

A Assembleia Geral foi uma oportunidade para os empreendimentos entenderem melhor o funcionamento do fundo e os próximos passos do Cesol, além de esclarecerem dúvidas.

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Equipe do Cesol realiza visita técnica à Cooperativa Agropecuária Raízes do Nordeste

O Centro Público de Economia Solidária (Cesol) realizou uma visita técnica à Cooperativa Agropecuária Raízes do Nordeste, localizada na região rural de Belo Campo – BA. Durante o encontro, a equipe teve a oportunidade de conhecer de perto a produção de farinha, um dos principais produtos da cooperativa.

O encontro teve como objetivo principal alinhar estratégias para fortalecer a gestão dos empreendimentos solidários e apresentar ferramentas inovadoras que possam apoiar o crescimento e a sustentabilidade das iniciativas. Entre os temas abordados, destacou-se o Estudo de Viabilidade Econômica (EVE), um instrumento essencial para planejar e direcionar as atividades produtivas. 

Durante a reunião, Iago Teixeira, responsável pelo setor jurídico do Cesol, explicou a importância do EVE como ferramenta para avaliar os potenciais e os desafios econômicos das cooperativas. A agente sócio-produtiva do Cesol, Taiara Alves, detalhou como o estudo contribui para a tomada de decisões mais assertivas, assegurando o desenvolvimento sustentável dos empreendimentos.

A Cooperativa Agropecuária Raízes do Nordeste, além da produção de farinha que é marcada por técnicas tradicionais, que valorizam a cultura local e a qualidade do produto final, a cooperativa também atua em outras frentes, incluindo o cultivo de plantas de lavoura temporária, criação de bovinos e aquicultura em água doce. 

O Cesol com essas visitas visa apoiar  os empreendimentos solidários, contribuindo para o fortalecimento de uma economia que prioriza as pessoas e o desenvolvimento comunitário.

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Equipe do Cesol em visita técnica ao empreendimento “Kokos e Kabaças” do artesão Walter Lages

O Centro Público de Economia Solidária (Cesol) realizou uma visita técnica ao empreendimento Kokos e Kabaças, do artesão Walter Lages. Durante o encontro, a equipe teve a oportunidade de conhecer de perto a produção de artesanato em coco e cabaça do artesão.

Um dos objetivos do Cesol nessas visitas é alinhar estratégias para fortalecer a gestão dos empreendimentos solidários e apresentar ferramentas inovadoras que possam apoiar o crescimento e a sustentabilidade das iniciativas. Entre os temas abordados, destacou-se o Estudo de Viabilidade Econômica (EVE), um instrumento essencial para planejar e direcionar as atividades produtivas.

O empreendimento Kokos e Kabaças faz parte da cartela ativa do Cesol e produz peças artesanais exclusivas, combinando sustentabilidade e criatividade. Utilizamos materiais naturais, como cascas de coco, cabaças, madeiras recicladas, sisal, verniz e óleo de coco, para criar produtos que valorizam a harmonia entre arte e natureza.

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Cesol realiza estudo de viabilidade para fortalecer empreendimentos do Instituto Quilombola

A equipe técnica do Centro Público de Economia Solidária (Cesol) realizou, no dia 19 de dezembro, uma reunião online com a diretora do Instituto Quilombola para avançar nos estudos de viabilidade econômica e atualização do CAD Cidadão da associação. A iniciativa faz parte do esforço contínuo do Cesol em promover a economia solidária e fortalecer empreendimentos locais.

Durante o encontro, foram apresentados novos recursos e iniciativas voltados para o aprimoramento dos negócios vinculados ao Instituto Quilombola. Entre os destaques, estiveram ferramentas de gestão e ações colaborativas, como o suporte tecnológico proporcionado pelo Sistema de Estudos de Viabilidade para Empreendimentos da Economia Popular Solidária (Seiva).

O estudo de viabilidade visa elaborar um plano de ação que impulsione o crescimento e a sustentabilidade dos empreendimentos assistidos. A proposta é integrar práticas inovadoras e sustentáveis, alinhadas aos princípios da economia solidária, fortalecendo a autonomia das associações.

O Instituto Quilombola, uma das organizações acompanhadas pelo Cesol, reúne empreendedores comprometidos com práticas colaborativas e sustentáveis, contribuindo para o desenvolvimento local e a geração de renda. Essa parceria reforça o papel do Cesol em criar oportunidades para o avanço da economia popular solidária.

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Febafes reúne tradição e integração regional em sua 15ª edição

Com um sucesso de vendas o Cesol Sudoeste e Médio Sudoeste levou produtos de 128 empreendimentos para serem comercializados na 15° edição da Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Febafes). O evento foi realizado em Salvador no Parque Costa Azul, entre  os dias 11 a 15 de dezembro de 2024. Participaram da feira agricultores familiares, assentados de programas de reforma agrária, povos e comunidades tradicionais de economia solidária dos 27 territórios de identidade do estado da Bahia.

O Deputado Estadual Fabrício Falcão e o Coordenador Geral de Projetos Especiais (Car) Gilmar Bonfim compareceram em apoio à Febafes. Para o Deputado Fabrício , o evento é muito importante, e é através dessas feiras que a economia solidária e a agricultura familiar é fortalecida. “Esse é um momento muito importante para a economia solidária, uma ação de fortalecimento proporcionada pelo nosso governador Jerônimo”, disse o deputado.

A Febafes já acontece há 15 anos e tem  como objetivo de reunir os resultados da agricultura familiar e economia solidária baiana. Este ano, a feira trouxe uma novidade, a inclusão da Feira Nordestina, que reuniu  empreendimentos de agricultura familiar de todos os nove estados do Nordeste, ampliando a diversidade de produtos e reforçando a integração regional.

A Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Febafes), foi promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Social (SDR) em parceria com a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) e a Superintendência de Agricultura Familiar (Suaf), conta ainda com o apoio da União das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária do Estado da Bahia (Unicafes-BA), do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste.

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Cesol Realiza Estudo de Viabilidade e Atualiza CAD Cidadão do Friboart

Durante a reunião que ocorreu nos dias 13 e 18 de dezembro, foram apresentados novos recursos e iniciativas que visam impulsionar o crescimento e a sustentabilidade dos empreendimentos. Entre os tópicos abordados, destacaram-se ferramentas de gestão e ações colaborativas que podem contribuir para o desenvolvimento dos negócios vinculados ao projeto, como o suporte tecnológico proporcionado pelo Sistema de Estudos de Viabilidade para Empreendimentos da Economia Popular Solidária (Seiva).

A iniciativa faz parte do trabalho contínuo do Cesol em promover a economia solidária, incentivando práticas que fortalecem a autonomia e a sustentabilidade dos empreendimentos locais. O Friboart é um das associações acompanhadas pelo Centro Público e reúne empreendedores comprometidos com práticas de economia colaborativa e sustentável. 

A equipe técnica do Centro Público de Economia Solidária (Cesol) realizou uma reunião com os associados do Grupo de Frivolité e Bordado de Vitória da Conquista (Friboart). O encontro ocorreu em duas etapas, a primeira na residência de um dos integrantes dos empreendimentos e a última etapa foi uma reunião na sede do Centro Público onde foi firmada a parceria entre o Cesol e grupo Friboart.

Durante a reunião que ocorreu nos dias 13 e 18 de dezembro, foram apresentados novos recursos e iniciativas que visam impulsionar o crescimento e a sustentabilidade dos empreendimentos. Entre os tópicos abordados, destacaram-se ferramentas de gestão e ações colaborativas que podem contribuir para o desenvolvimento dos negócios vinculados ao projeto, como o suporte tecnológico proporcionado pelo Sistema de Estudos de Viabilidade para Empreendimentos da Economia Popular Solidária (Seiva).

A iniciativa faz parte do trabalho contínuo do Cesol em promover a economia solidária, incentivando práticas que fortalecem a autonomia e a sustentabilidade dos empreendimentos locais. O Friboart é um das associações acompanhadas pelo Centro Público e reúne empreendedores comprometidos com práticas de economia colaborativa e sustentável. 

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Cedasb realiza reunião de articulação para o projeto Bahia Sem Fome no auditório da Casa da Cidadania

Nesta terça-feira (03/12) no auditório da Casa da Cidadania, foi realizada a reunião do Centro de Convivência e Desenvolvimento Agroecológico do Sudoeste da Bahia (Cedasb), na qual foi discutido o projeto ATER: Bahia Sem Fome. O objetivo dessa reunião foi formar parcerias e unir forças no acompanhamento e fortalecimento da ATER na região Sudoeste.

De acordo com a engenheira agrônoma da Cedasb, Helena Paula, o projeto tem o intuito de combater a fome e promover a inclusão de políticas sociais. “Nós, do Cedasb, atuamos no território do Sudoeste ajudando 2.200 famílias que praticam a agricultura familiar. São 64 municípios onde promovemos a produção agrícola e a questão socioambiental dessas famílias”, afirmou a engenheira.

Na reunião, estavam presentes algumas instituições, como a Secretaria de Agricultura, o Instituto Quilombola, a Secretaria de Desenvolvimento Social, o Codeter, a Superintendência de Políticas Territoriais e Reforma Agrária, a Sutrag, entre outras. Ao final do encontro, o Cedasb entregou o livro ATER Agroecologia: Partilha de Saberes e Construção de Fazeres no Interior da Bahia, lançado neste ano.

O Projeto Ater Bahia Sem Fome é uma iniciativa do Governo do Estado da Bahia voltada para promover a segurança alimentar e nutricional, além de contribuir para o desenvolvimento sustentável da região. A proposta tem como principais objetivos incluir agricultores familiares em situação de extrema pobreza, que não possuem acesso a políticas públicas, consolidar o trabalho de assistência técnica e extensão rural (ATER), estimular e apoiar a produção e o acesso a alimentos saudáveis e valorizar a diversidade socioambiental da Bahia.

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