No dia (04/02), aconteceu uma importante reunião entre o Centro Público de Economia Solidária (Cesol) Território Sudoeste e Médio Sudoeste e a Cáritas Diocesana de Vitória da Conquista. O encontro contou com a presença do diretor e presidente da Cáritas, o diácono Luciano Santana, além da representante Regina Dantas, essa foi a segunda reunião entre as instituições.
Durante o encontro, foi firmado um acordo entre as duas instituições, cuja oficialização ocorrerá em um evento que reunirá diversos empreendimentos de economia solidária apoiados pela Cáritas. A iniciativa visa dar maior visibilidade ao setor, apresentar as propostas da parceria às paróquias e grupos locais e criar oportunidades para fortalecer esse modelo econômico. O processo será construído de forma coletiva, com a participação dos envolvidos, consolidando um caminho para o desenvolvimento sustentável e inclusivo.
A Cáritas, organização vinculada à Igreja Católica e criada em 1956 pela CNBB, atua na promoção da solidariedade e assistência social, apoiando comunidades vulneráveis, fomentando a Economia Popular Solidária, a gestão de resíduos sólidos e a implementação de políticas para redução das desigualdades.
Já o Centro Público de Economia Solidária (Cesol) de Vitória da Conquista atua como um ponto de referência para fomentar o desenvolvimento sustentável e a inclusão social nos territórios Sudoeste e Médio Sudoeste. Nosso compromisso é apoiar empreendimentos econômicos solidários, promovendo a geração de renda e o fortalecimento das comunidades locais. Apoiamos também os catadores de resíduos sólidos, reforçando nosso compromisso com a sustentabilidade ambiental.
Na última segunda-feira (06/12), às 9h, o Centro Público de Economia Solidária (Cesol) reuniu 86 associados em uma Assembleia Geral. O encontro, realizado no auditório do Cesol, teve como principal tema o Fundo Rotativo e também trouxe palestras sobre temáticas ambientais, como consumo responsável e práticas para separação dos resíduos sólidos, assuntos que fazem parte da meta do novo contrato do Cesol. Além disso, houve também formação sobre Economia Solidária e Microcrédito.
Para o coordenador geral do Cesol, Rodrigo Rodrigues, a assembleia foi um dos maiores eventos que o Centro Publico já realizou, permitindo ver que os empreendimentos querem caminhar junto ao Centro. “Essa assembleia foi o pontapé inicial para começar os trabalhos, temos uma equipe competente e as expectativas para este ano de trabalho são as melhores”, complementou o coordenador.
Fundo Rotativo
O Fundo Rotativo funciona como um mecanismo de financiamento disponibilizado pelo Cesol para que os empreendimentos adquiram insumos e equipamentos essenciais às suas atividades. Diferentemente de um empréstimo tradicional, não há cobrança de juros ou correção monetária, o que facilita o acesso e promove o uso coletivo dos recursos.
Durante a Assembleia, foi lido e aprovado o Regimento Interno, documento que rege o Fundo Rotativo. Além disso, foi definido e aprovado o comitê gestor, composto por membros do Instituto Casa da Cidadania com Empreendimentos. A função do comitê é avaliar as condições do empreendimento solicitante, aprovar os recursos e garantir que os financiamentos atendam às reais necessidades dos empreendimentos, assegurando que os valores sejam devolvidos de forma responsável e garantindo a sustentabilidade do Fundo Rotativo.
Cada negócio pode acessar até R$ 6 mil por trimestre, considerando o limite total de R$ 75 mil do fundo. Após a utilização, os valores devem ser devolvidos para permitir que outros empreendimentos também tenham acesso ao financiamento. A gestão financeira do fundo é realizada pelo Cesol, enquanto a Casa da Cidadania é responsável pela custódia dos recursos.
A agente Sócio-Produtiva Victória Gonçalves falou em sua palestra para os empreendimentos presentes sobre a Economia Solidária, um modelo alternativo que promove a cooperação e a solidariedade entre indivíduos e comunidades. Ela explicou que a Economia Solidária visa uma distribuição mais justa da riqueza e o fortalecimento da autonomia local, priorizando o bem-estar social em vez do lucro. De acordo com ela, este tipo de economia tem o objetivo de promover a inclusão social e econômica, incentivar a colaboração e fortalecer a economia local, com práticas sustentáveis e justas.
O coordenador geral do Cesol, Rodrigo Rodrigues, em sua palestra sobre microcrédito, destacou a importância dessa modalidade de financiamento, que fortalece os pequenos empreendimentos. O foco do coordenador foi mostrar que o microcrédito oferece capital de giro acessível a empreendedores que têm dificuldades de acesso a crédito em instituições tradicionais, ajudando na expansão dos negócios e na geração de emprego e renda. Ele também citou exemplos de instituições que oferecem esse tipo de crédito.
A geógrafa e administradora Alane Alves falou sobre o papel do Empreendedorismo no Consumo Responsável. Em sua apresentação, ela trouxe o consumo responsável como forma de promover a sustentabilidade, a justiça social e o fortalecimento da economia solidária. Além disso, destacou a importância de escolher produtos e serviços de cooperativas e pequenos produtores, o que contribui para reduzir intermediários, fortalecer a economia local e incentivar práticas produtivas justas e sustentáveis. Nesse contexto, os empreendimentos têm papel essencial ao educar consumidores sobre escolhas conscientes, produzir de maneira responsável e incluir a comunidade nos processos produtivos.
Logo após a apresentação de Alane, aconteceu a palestra “Boas Práticas para a Separação dos Resíduos Sólidos”, com o presidente da associação Império Recicla Mais, Wallace Souza. Além de falar sobre suas vivências como catador de recicláveis, Wallace também abordou a conscientização social e o aprimoramento da gestão e organização em rede dos empreendimentos assistidos pelo Cesol. Durante a palestra, ele discutiu temas relacionados à separação e destinação de materiais recicláveis e orgânicos.
A assembleia foi encerrada com a bióloga Taiara Alves, que explicou os próximos passos do Cesol Sudoeste. Um de seus objetivos é realizar o mapeamento de empreendimentos que atuam com resíduos sólidos no território, prestando assistência técnica, especialmente nas áreas de gestão, organização em rede e conscientização social sobre a separação e destinação de materiais recicláveis e orgânicos.
A Assembleia Geral foi uma oportunidade para os empreendimentos entenderem melhor o funcionamento do fundo e os próximos passos do Cesol, além de esclarecerem dúvidas.
O Centro Público de Economia Solidária (Cesol) realizou uma visita técnica à Cooperativa Agropecuária Raízes do Nordeste, localizada na região rural de Belo Campo – BA. Durante o encontro, a equipe teve a oportunidade de conhecer de perto a produção de farinha, um dos principais produtos da cooperativa.
O encontro teve como objetivo principal alinhar estratégias para fortalecer a gestão dos empreendimentos solidários e apresentar ferramentas inovadoras que possam apoiar o crescimento e a sustentabilidade das iniciativas. Entre os temas abordados, destacou-se o Estudo de Viabilidade Econômica (EVE), um instrumento essencial para planejar e direcionar as atividades produtivas.
Durante a reunião, Iago Teixeira, responsável pelo setor jurídico do Cesol, explicou a importância do EVE como ferramenta para avaliar os potenciais e os desafios econômicos das cooperativas. A agente sócio-produtiva do Cesol, Taiara Alves, detalhou como o estudo contribui para a tomada de decisões mais assertivas, assegurando o desenvolvimento sustentável dos empreendimentos.
A Cooperativa Agropecuária Raízes do Nordeste, além da produção de farinha que é marcada por técnicas tradicionais, que valorizam a cultura local e a qualidade do produto final, a cooperativa também atua em outras frentes, incluindo o cultivo de plantas de lavoura temporária, criação de bovinos e aquicultura em água doce.
O Cesol com essas visitas visa apoiar os empreendimentos solidários, contribuindo para o fortalecimento de uma economia que prioriza as pessoas e o desenvolvimento comunitário.
O Centro Público de Economia Solidária (Cesol) realizou uma visita técnica ao empreendimento Kokos e Kabaças, do artesão Walter Lages. Durante o encontro, a equipe teve a oportunidade de conhecer de perto a produção de artesanato em coco e cabaça do artesão.
Um dos objetivos do Cesol nessas visitas é alinhar estratégias para fortalecer a gestão dos empreendimentos solidários e apresentar ferramentas inovadoras que possam apoiar o crescimento e a sustentabilidade das iniciativas. Entre os temas abordados, destacou-se o Estudo de Viabilidade Econômica (EVE), um instrumento essencial para planejar e direcionar as atividades produtivas.
O empreendimento Kokos e Kabaças faz parte da cartela ativa do Cesol e produz peças artesanais exclusivas, combinando sustentabilidade e criatividade. Utilizamos materiais naturais, como cascas de coco, cabaças, madeiras recicladas, sisal, verniz e óleo de coco, para criar produtos que valorizam a harmonia entre arte e natureza.
Nesta quinta-feira (19/12), o Centro Público de Economia Solidária (Cesol) promoveu uma reunião com o empreendimento Kidelícia, representado por Sônia Cleide, com o objetivo de orientar e capacitar o uso estratégico das redes sociais. A ação, liderada pelo assessor de comunicação Denilson Soares, buscou fortalecer a presença online do empreendimento, ampliar a divulgação de produtos e impulsionar as vendas.
Durante o encontro, foi destacada a importância das redes sociais como ferramentas de comercialização e de fortalecimento da identidade de produtos e serviços. Além disso, a equipe do Cesol realizou uma capacitação prática no uso do aplicativo Canva, ensinando funcionalidades básicas, como a criação de posts atrativos, personalização de conteúdos com imagens e textos relevantes, e a utilização de templates e elementos visuais.
Outro ponto abordado foi o planejamento estratégico, incluindo a identificação do público-alvo do Kidelícia e a definição de uma rotina de postagens. Foram criados exemplos de cards promocionais e discutidos formatos de vídeos e fotografias para otimizar a divulgação dos produtos.
O Cesol se comprometeu a acompanhar o desempenho das redes sociais do Kidelícia, oferecendo suporte técnico contínuo, produção de novas peças de divulgação e análise de métricas. Essa iniciativa integra a meta do Cesol de atender, trimestralmente, ao menos 32 empreendimentos, fornecendo apoio na criação e manutenção de redes sociais, além de promover as marcas atendidas por meio de materiais como cards, vídeos e fotos.
A reunião reforçou o compromisso do Cesol com a promoção da economia solidária, destacando a colaboração do Kidelícia como fundamental para o sucesso da parceria. O trabalho conjunto reflete o empenho em construir uma economia mais justa e sustentável, baseada nos princípios da solidariedade e do trabalho coletivo.
A equipe técnica do Centro Público de Economia Solidária (Cesol) realizou, no dia 19 de dezembro, uma reunião online com a diretora do Instituto Quilombola para avançar nos estudos de viabilidade econômica e atualização do CAD Cidadão da associação. A iniciativa faz parte do esforço contínuo do Cesol em promover a economia solidária e fortalecer empreendimentos locais.
Durante o encontro, foram apresentados novos recursos e iniciativas voltados para o aprimoramento dos negócios vinculados ao Instituto Quilombola. Entre os destaques, estiveram ferramentas de gestão e ações colaborativas, como o suporte tecnológico proporcionado pelo Sistema de Estudos de Viabilidade para Empreendimentos da Economia Popular Solidária (Seiva).
O estudo de viabilidade visa elaborar um plano de ação que impulsione o crescimento e a sustentabilidade dos empreendimentos assistidos. A proposta é integrar práticas inovadoras e sustentáveis, alinhadas aos princípios da economia solidária, fortalecendo a autonomia das associações.
O Instituto Quilombola, uma das organizações acompanhadas pelo Cesol, reúne empreendedores comprometidos com práticas colaborativas e sustentáveis, contribuindo para o desenvolvimento local e a geração de renda. Essa parceria reforça o papel do Cesol em criar oportunidades para o avanço da economia popular solidária.
Com um sucesso de vendas o Cesol Sudoeste e Médio Sudoeste levou produtos de 128 empreendimentos para serem comercializados na 15° edição da Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Febafes). O evento foi realizado em Salvador no Parque Costa Azul, entre os dias 11 a 15 de dezembro de 2024. Participaram da feira agricultores familiares, assentados de programas de reforma agrária, povos e comunidades tradicionais de economia solidária dos 27 territórios de identidade do estado da Bahia.
O Deputado Estadual Fabrício Falcão e o Coordenador Geral de Projetos Especiais (Car) Gilmar Bonfim compareceram em apoio à Febafes. Para o Deputado Fabrício , o evento é muito importante, e é através dessas feiras que a economia solidária e a agricultura familiar é fortalecida. “Esse é um momento muito importante para a economia solidária, uma ação de fortalecimento proporcionada pelo nosso governador Jerônimo”, disse o deputado.
A Febafes já acontece há 15 anos e tem como objetivo de reunir os resultados da agricultura familiar e economia solidária baiana. Este ano, a feira trouxe uma novidade, a inclusão da Feira Nordestina, que reuniu empreendimentos de agricultura familiar de todos os nove estados do Nordeste, ampliando a diversidade de produtos e reforçando a integração regional.
A Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Febafes), foi promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Social (SDR) em parceria com a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) e a Superintendência de Agricultura Familiar (Suaf), conta ainda com o apoio da União das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária do Estado da Bahia (Unicafes-BA), do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste.
Arembepe teve um final de semana agitado, nos dias 13 e 14 de dezembro, a cidade recebeu a Feira da Economia Solidária que aconteceu junto ao Festival Costa dos Coqueiros. O evento contou com a participação de 45 empreendimentos acompanhados pelo Centro de Economia Solidária (Cesol), além de apresentações culturais, manifestações populares e shows de artistas locais.
Realizado na Praça dos Coqueiros, no vilarejo de Arembepe, em Camaçari, o evento atraiu aproximadamente três mil visitantes, que puderam desfrutar de uma programação diversificada e experiências culturais autênticas. Além disso, várias autoridades marcaram presença, como o Superintendente da Economia Solidária, Wenceslau Júnior, de acordo com o superintendente a Economia solidária se mantém forte na cidade de Camaçari em Arembepe.
Nos dias 13 e 14 de dezembro de 2024, a Casa Verde, no bairro de Itapuã Salvador, foi palco da Feira da Economia Solidária. Com um investimento de mais de dois milhões de reais, o evento reuniu cerca de mil pessoas e contou com uma programação diversificada, incluindo apresentações musicais, rodas de conversa, palestras educativas e a comercialização de produtos artesanais.
De acordo com o gestor cultural da Casa Verde Amadeu Alves, que abriu as portas para que a feira acontecesse, é importante estar junto, fortalecendo e sendo fortalecido pela economia solidária. “A Casa Verde, ela tem essa característica justamente de abrir as portas, o que é um ato também solidário, para que a comunidade venha aqui beber na fonte da arte, da cultura, aprender algumas linguagens artísticas, desde a música, o bordado, o crochê”, afirmou o gestor.
Para a empreendedora Daniela, dona do empreendimento Saboaria da Dinha, uma loja de sabonetes artesanais e aromáticos, a feira é uma janela de oportunidades. “Aqui a gente conhece os produtos de outras pessoas e as pessoas conhecem o nosso, além da oportunidade de ganhar dinheiro com algo feito com nossas mãos”, disse a empreendedora.
O Cesol Sudoeste e Médio Sudoeste também marcou presença no evento, reforçando sua participação ativa na Feira. A feira contou ainda com a presença do Deputado Estadual Fabrício Falcão (PCdoB) e do Coordenador Geral de Projetos Especiais da (Car) Gilmar Bonfim.
Durante os dois dias, diversas manifestações culturais se destacaram. O trio de forró realizou apresentações em homenagem ao Rei do Baião. Houve também o bate-papo musicado “O Legado de Luiz Gonzaga” e a apresentação especial “Itapuã Canta Gonzagão”. Além disso, ocorreu uma roda de capoeira que atraiu muitos visitantes.
Com uma programação rica em cultura, conhecimento e integração, a Feira da Economia Solidária se consolida mais um ano como um espaço necessário de valorização da cultura popular e do desenvolvimento econômico local.
Em Vitória da Conquista, foi realizada a última aula do curso de Sommelier ofertado pelo Programa Qualifica Bahia e executado pelo Instituto de Integração e Formação Casa da Cidadania, em parceria com a Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) e o Governo do Estado da Bahia. Participaram da formação 20 alunos, e ao todo foram ofertadas 120 horas de ensino prático e teórico.
“O curso é uma oportunidade de formar profissionais para atuar em um mercado que é carente de pessoas que trabalham nessa área”, disse o coordenador do programa Qualifica Bahia, Jefferson Coelho. Ele também destacou que há uma visão muito restrita sobre a profissão. Segundo Jefferson, a área de sommelier abrange também as funções de bartender e maître. “Nos dias de hoje, ser um profissional sommelier requer bastante estudo e um certo investimento financeiro inicial para conhecer, estudar e provar as bebidas que irá servir”, ressaltou o coordenador.
Encerradas no dia 25 de novembro, as aulas teóricas foram ministradas pela reconhecida sommelier Scheila Bulhões Santana no auditório do Instituto Casa da Cidadania, enquanto as aulas práticas foram realizadas em parceria com lojas de vinhos e restaurantes de Conquista. Durante o curso, foram abordados os fundamentos e origens das bebidas, o conhecimento sobre os países produtores e a prestação de serviço, além de toda a parte prática da profissão.
Para a professora Scheila Bulhões, o curso também proporcionou um processo de reaprendizado sobre a diversidade no mundo dos vinhos. “São muitos anos de estudo, pois o sommelier nunca para de aprender, mas consegui passar a importância desse mundo para meus alunos”, afirmou.
O Programa Qualifica Bahia deu aos alunos a oportunidade de realizar um curso profissionalizante e adquirir conhecimento com treinamentos gratuitos. De acordo com o garçom e aluno Marcos Barreto, o curso proporcionou um aprendizado que ele agora pode compartilhar com seus clientes. “O curso é muito bom, aprendi muitas coisas. Agradeço ao Qualifica Bahia e à professora Scheila”, declarou.
Outro aluno que enxergou no curso uma oportunidade de crescimento profissional foi o bartender Turco. Para ele, o curso proporciona mais respeito aos profissionais dessa área. “Com essa formação, eu posso alavancar minhas metas de vendas e trabalhar onde sempre quis, como em restaurantes”, destacou.
O Programa Qualifica Bahia, executado pelo Instituto de Integração e Formação Casa da Cidadania, oferta qualificação social e profissional, capacitando trabalhadores(as) habitantes dos municípios pertencentes aos territórios Sudoeste Baiano e Médio Sudoeste da Bahia. A iniciativa está alinhada com as demandas do setor produtivo, apuradas por meio de mapeamento dos principais setores econômicos, ocupações e números de admissões e demissões.