O Projeto Trançando Futuros foi encerrado na quarta-feira (19), com a realização da oficina Técnica e Prática em Tranças, ministrada pela mentora Viviane Silva, no auditório da Casa da Cidadania.
Durante o projeto, foram abordados temas relacionados ao empreendedorismo, gestão, desenvolvimento de habilidades e valorização da identidade e da cultura negra.
A coordenadora do projeto, Nildma Ribeiro, destacou que o Trançando Futuros representa um marco na formação de 35 participantes, fortalecendo a profissionalização, o empreendedorismo e a geração de emprego e renda, especialmente para mulheres negras. “Essa iniciativa também buscou valorizar a ancestralidade e a profissão de trancista, ampliando as oportunidades para os participantes,” destacou
A oficina de encerramento proporcionou às participantes um momento de aprendizado prático e troca de experiências, ampliando conhecimentos técnicos e fortalecendo perspectivas de geração de renda.
A mentora Viviane Silva destacou a importância da formação para trancistas iniciantes e profissionais que já atuam na área. Segundo ela, o projeto também contribuiu para formar empreendedores preparados para novas oportunidades e para o crescimento profissional.
A participante Ermita Santos destacou que o projeto proporcionou novos conhecimentos sobre tranças, empreendedorismo, vendas e precificação, além de contribuir para o fortalecimento da autoestima.
O Projeto Trançando Futuros teve como objetivo ampliar oportunidades, incentivar o desenvolvimento de pequenos negócios e contribuir para a redução das desigualdades sociais e raciais, por meio de ações de formação e fortalecimento do empreendedorismo.
Representantes de 33 municípios do Sudoeste e Médio Sudoeste baiano participaram, nesta terça-feira (4), do Seminário de Planejamento para Gestão de Resíduos, Saneamento e Rede de Catadores, realizado no auditório da Universidade Federal da Bahia (UFBA), campus Vitória da Conquista. A iniciativa foi promovida pelo Centro Público de Economia Solidária (Cesol) Sudoeste e Médio Sudoeste Baiano, em parceria com a Defensoria Pública do Estado da Bahia (DPE/BA) e a UFBA.
O encontro reuniu gestores públicos, equipes técnicas e catadores de materiais recicláveis com o objetivo de construir estratégias para a estruturação da Rede Intermunicipal de Catadores e fortalecer a gestão integrada de resíduos sólidos nas regiões. A solenidade de abertura reuniu representantes de instituições parceiras e órgãos públicos comprometidos com o fortalecimento da gestão de resíduos sólidos e da inclusão socioprodutiva dos catadores. Durante os pronunciamentos, as autoridades destacaram a importância da articulação entre os municípios e do fortalecimento das políticas públicas voltadas ao saneamento, à coleta seletiva e à valorização do trabalho desenvolvido pelos catadores.
Para o coordenador geral do Cesol Sudoeste e Médio Sudoeste Baiano, Rodrigo Rodrigues, o seminário representa um marco na construção de políticas públicas voltadas ao setor. “Nosso objetivo é fortalecer esses trabalhadores, ampliar sua participação nas políticas públicas e construir, junto aos municípios, uma Rede Intermunicipal que promova mais organização, melhores condições de trabalho e novas oportunidades de geração de renda”, afirmou.
A programação, com carga horária de oito horas foi marcada pela apresentação de experiências, como o case conduzido pelo presidente da ACRES Wallace Sousa Costa e pelo secretário municipal de Agricultura e Meio Ambiente de Itagi, Sérgio Sanches, que compartilharam os resultados da atuação entre o poder público e a organização de catadores em seus municípios . O professor Ítalo Ricardo Aleluia apresentou a metodologia do Planejamento Estratégico Situacional (PES), que orientou as atividades desenvolvidas durante o seminário, enquanto a coordenadora da Quiçá Projetos Midian Borges dos Reis abordou estratégias para elaboração de projetos voltados à captação de recursos e ao fortalecimento das ações municipais. Em seguida, a defensora pública Kaliany Gonzaga apresentou a proposta da Rede Intermunicipal de Catadores, destacando sua importância para ampliar a cooperação entre os municípios e estruturar soluções regionais para a gestão dos resíduos sólidos.
Um dos momentos mais significativos do encontro foi a assinatura do Termo de Intenção para Formação da Rede Intermunicipal de Catadores por prefeitos, gestores públicos e secretários municipais, formalizando o compromisso das administrações municipais com a construção de uma política regional integrada para o setor.
No período da tarde, os participantes foram divididos em grupos de trabalho para elaboração de diagnósticos e propostas, que posteriormente foram apresentadas em plenária. As contribuições servirão de base para a consolidação da Rede Intermunicipal de Catadores e para o desenvolvimento de ações conjuntas voltadas à ampliação da coleta seletiva, ao fortalecimento das cooperativas e associações de catadores e à promoção de uma gestão de resíduos sólidos mais eficiente, sustentável e socialmente inclusiva na região.
A defensora regional uma das idealizadoras do projeto junto ao Cesol, Kalyani Gonzaga, destacou que a plenária marcou a criação de uma rede de cooperação intermunicipal para fortalecer a gestão de resíduos sólidos, tendo os catadores e municípios como protagonistas. Segundo ela, a iniciativa reunirá diferentes instituições para compartilhar boas práticas, monitorar ações e utilizar metodologias científicas de planejamento, permitindo mensurar os resultados por meio de dados. “A rede será um espaço de cooperação para fortalecer a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos e demonstrar que é possível promover uma gestão eficiente com inclusão prioritária dos catadores”, disse.
A participação de representantes de 33 municípios demonstra o compromisso regional com a construção de soluções coletivas para a gestão de resíduos sólidos, consolidando um importante passo para a criação da Rede Intermunicipal de Catadores e para o fortalecimento da economia solidária no território.
O Instituto de formação e Integração Casa da Cidadania (ICC) realiza, na próxima quarta-feira (22), a aula inaugural do projeto Trançando Futuros – Empreendedorismo Negro, iniciativa voltada ao fortalecimento da autonomia econômica de mulheres negras por meio da qualificação profissional, incentivo ao empreendedorismo e apoio ao desenvolvimento de pequenos negócios. O encontro acontece às 14h30, na sede do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista, no centro da cidade.
Executado pelo ICC, o projeto foi selecionado no Edital de Chamamento Público – Empreendedorismo Negro, da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais da Bahia (Sepromi), que financia ações voltadas à geração de renda e ao fortalecimento de empreendimentos da população negra.
Durante a formação, as participantes terão acesso a conteúdos sobre empreendedorismo, gestão de negócios, educação financeira e planejamento, com foco na criação e consolidação de empreendimentos. A iniciativa busca ampliar as oportunidades de geração de renda e contribuir para a redução das desigualdades raciais, sociais e de gênero por meio da inclusão produtiva.
Além das capacitações, as participantes selecionadas receberão kits com equipamentos e insumos para fortalecer seus empreendimentos. O objetivo é melhorar as condições de trabalho, ampliar a capacidade de produção e aumentar o potencial de geração de renda das beneficiárias.
A aula inaugural marca o início das atividades do projeto, que também pretende valorizar a cultura afro-brasileira e incentivar o protagonismo econômico de mulheres negras, alinhando-se às políticas públicas de promoção da igualdade racial desenvolvidas pelo Governo da Bahia.
Na última segunda-feira (15), ο Projeto Viver Melhor realizou a cerimônia de certificação de 200 participantes e o encerramento de suas atividades. O evento aconteceu no Auditório do Colégio Estadual de Tempo Integral (CETI), antigo Abdias Menezes, em Vitória da Conquista, reunindo beneficiários, familiares, parceiros convidados e equipe técnica.
A coordenadora geral do Projeto Viver Melhor, Isabella Flores, ressaltou que o encerramento foi marcado por sentimentos de felicidade, alegria e gratidão a todas as pessoas que contribuíram para a realização do projeto. “Hoje, a gente não só certifica 200 empreendedores e empreendedoras de Vitória da Conquista, como a gente também celebra todos os resultados alcançados,” destacou.
Ao longo de sua execução, o projeto promoveu ações de capacitação, fortalecimento de empreendimentos e aprimoramento da gestão, contribuindo para o desenvolvimento sustentável dos participantes e para a ampliação das oportunidades de geração de trabalho e renda.
A aluna do Projeto Viver Melhor, Joelma Alves, destacou que a iniciativa chegou em um momento importante de sua vida e a ajudou a reconhecer o valor do próprio trabalho e da sua mão de obra.
Durante a cerimônia, foi exibido o documentário “Histórias que Nascem do Empreendedorismo”, produzido pela Casa da Cidadania. Em seguida, os integrantes da mesa destacaram os resultados alcançados pelo Projeto Viver Melhor e reafirmaram o compromisso da iniciativa com a transformação da vida dos participantes por meio da qualificação e do fortalecimento dos empreendimentos.
Para Waldir Soares, a iniciativa é motivo de felicidade para a Casa da Cidadania, que celebra os resultados alcançados e as novas oportunidades proporcionadas aos participantes. “foram mais de 10 turmas que conseguimos passar esse conhecimento profissionalizante,” disse o presidente.
Com a certificação dos 200 participantes, o Projeto Viver Melhor conclui mais uma etapa de sua trajetória, deixando como legado a qualificação profissional, o fortalecimento dos empreendimentos e a ampliação das oportunidades de geração de trabalho e renda para os beneficiários.
Estão abertas as inscrições virtuais para o Projeto Trançando Futuros: Trançamos hoje para transformar o amanhã, iniciativa voltada para mulheres negras e jovens negros e negras que desejam fortalecer a autoestima, desenvolver habilidades profissionais e ampliar oportunidades de geração de renda por meio do empreendedorismo negro.
As inscrições podem ser feitas por meio do formulário online disponibilizado no site da casa da cidadania e na bio deste perfil do Instagram. O público prioritário do projeto inclui mulheres negras chefes de família, mulheres negras em situação monoparental, jovens negros e negras a partir de 15 anos de idade e pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico).
A proposta busca promover formação, valorização da ancestralidade, fortalecimento da identidade negra, empreendedorismo, autonomia financeira e transformação social, contribuindo para a construção de novas perspectivas de desenvolvimento pessoal e profissional.
Para participar, os interessados devem apresentar RG, CPF, comprovante de residência e comprovante de inscrição no CadÚnico.
O Centro Público de Economia Solidária (Cesol) do Sudoeste e Médio Sudoeste torna público o Edital de Chamada para Expositores da Feira Junina de Economia Solidária 2026, que será realizada de 10 a 22 de junho, no Shopping Conquista Sul, no horário de funcionamento do shopping.
O edital apresenta os critérios de participação, requisitos, prazos e orientações gerais para seleção de empreendimentos que desejam expor seus produtos durante o evento. A ação integra a programação anual de fortalecimento da comercialização, voltada a empreendimentos apoiados e acompanhados pelo Cesol.
Os interessados devem acessar o edital completo para conferir todas as informações referentes ao processo de participação.
O Centro Público de Economia Solidária (Cesol) do Sudoeste e Médio Sudoeste, desenvolveu o Sistema de Documentos (SISDoc), plataforma criada para modernizar e qualificar os processos do Cesol. A proposta é facilitar o trabalho técnico por meio da padronização de documentos, geração de relatórios, organização de evidências e análise de dados com apoio da inteligência artificial. A ideia de criar o sistema veio do coordenador geral do Centro Público, Rodrigo Rodrigues, que também atua como Analista de Sistemas e é pós-graduando em Ciências de Dados e Inteligência Artificial pela Universidade de Harvard. Segundo ele, a tecnologia deve ser utilizada como ferramenta prática de fortalecimento das políticas públicas, contribuindo para melhorar decisões, otimizar o tempo das equipes e ampliar a eficiência da gestão.
“No contexto do Cesol, o SISDoc busca oferecer mais segurança às informações institucionais e permitir que a equipe técnica concentre seus esforços no acompanhamento e fortalecimento dos empreendimentos da Economia Solidária”, afirmou Rodrigo. Ainda de acordo com ele, o sistema surge como resposta à necessidade de tornar os processos mais eficientes, transparentes e integrados à realidade dos Empreendimentos Econômicos Solidários (EES).
coordenador geral do Cesol, Rodrigo Rodrigues
Inteligência artificial e análise de dados Entre os recursos do sistema estão a geração automatizada de documentos, produção de relatórios institucionais, acompanhamento de metas e análise de dados com o uso de inteligência artificial. A proposta é que a ferramenta também contribua na identificação de avanços, gargalos e possibilidades de melhoria nas ações desenvolvidas pelo Centro Público. Transformação institucional O Cesol Sudoeste e Médio Sudoeste se torna o primeiro Centro Público a utilizar um sistema de gestão de dados voltado para facilitar a organização das informações, otimizar os processos internos e fortalecer o acompanhamento das ações desenvolvidas pelo projeto. A iniciativa representa uma mudança na cultura organizacional, aproximando tecnologia, gestão pública e desenvolvimento social. A expectativa é que a modernização dos processos contribua diretamente para ampliar a eficiência das atividades realizadas nos territórios, fortalecer o acompanhamento dos empreendimentos e qualificar ainda mais os serviços prestados no estado pela política pública de Economia Solidária.
Nesta segunda-feira (18), a equipe do Cesol participou de uma capacitação sobre chamadas públicas e editais do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) voltados para agricultores familiares. A formação aconteceu no auditório do Cesol e foi ministrada pela técnica do NTE 20, Alva Xavier da Silva, e pela nutricionista Dariane dos Santos.
Durante a capacitação, foram esclarecidas dúvidas sobre os programas, as formas de inscrição e como o Cesol pode auxiliar os empreendimentos da agricultura familiar no acesso aos editais e chamamentos públicos.
A técnica do NTE 20, Alva Xavier da Silva, destacou a importância da agricultura familiar para o fortalecimento socioeconômico dos produtores e para a oferta de uma alimentação mais saudável aos estudantes. “O objetivo da agricultura familiar é muito enriquecedor, tanto para o agricultor, porque fortalece esses agricultores no socioeconômico, quanto para a alimentação dos nossos estudantes, garantindo qualidade e alimentação saudável. Então, a agricultura familiar, quem participa, ganha dos dois lados”, afirmou.
O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) são programas do Governo Federal que fortalecem a agricultura familiar, geram renda para produtores e ajudam no combate à fome.
O PNAE garante alimentação saudável para estudantes da rede pública por meio da compra de alimentos da agricultura familiar para a merenda escolar. Já o PAA compra alimentos diretamente dos agricultores familiares e os destina para famílias em situação de vulnerabilidade e instituições sociais.
Para participar, o agricultor precisa ter o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) ativo e acompanhar editais e chamadas públicas divulgados por prefeituras, secretarias, cooperativas e associações. Entre os principais documentos exigidos estão RG, CPF, comprovante de residência, CAF e proposta de fornecimento dos alimentos.
Nesta quarta-feira (22), a equipe de coordenação do Centro Público de Economia Solidária (Cesol) do Sudoeste e Médio Sudoeste realizou uma reunião de articulação com o auditor fiscal federal do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), Antônio Nolasco de Carvalho. O encontro teve como foco buscar orientações para a regularização de empreendimentos de bebidas e alimentos atendidos pelo Cesol.
A iniciativa partiu da necessidade de apoiar os empreendimentos acompanhados pelo centro público, que atuam na produção de alimentos e bebidas e precisam atender às exigências legais para funcionamento. A regularização é um passo essencial para ampliar oportunidades de mercado e garantir mais segurança sanitária e jurídica.
Durante a reunião, a equipe do Cesol apresentou suas ações e reforçou a importância da parceria com o órgão federal para fortalecer o trabalho desenvolvido na região. Também foram discutidas as principais políticas e iniciativas do MAPA voltadas ao apoio de pequenos produtores.
Além disso, o encontro possibilitou o entendimento dos trâmites necessários para a obtenção de registros e certificações junto ao Ministério.
A REGULARIZAÇÃO DE BEBIDAS E ALIMENTOS:
No Brasil, a regularização de bebidas e alimentos junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) envolve uma série de exigências voltadas à garantia da qualidade e da segurança dos produtos. O processo inclui o registro de estabelecimentos e produtos por meio do sistema SIPEAGRO, além do cumprimento dos Padrões de Identidade e Qualidade (PIQ) e das normas de rotulagem. Também é fundamental que os empreendimentos adotem práticas de autocontrole, assegurando a procedência, a higiene e a conformidade dos produtos de origem vegetal e animal, o que contribui para a proteção do consumidor e a ampliação do acesso a mercados formais. A medida é considerada fundamental para que os empreendimentos avancem com mais qualidade, regularidade e competitividade.
Entre os dias 2 e 5 de abril, o município de Nazaré sediou mais uma edição da Feira de Economia Solidária, integrada à programação da tradicional Feira de Caxixis, reconhecida como uma das maiores feiras a céu aberto da América Latina. Realizada das 10h às 18h, a iniciativa reuniu expositores, artesãos e empreendedores de diversos territórios, ampliando a visibilidade da produção local e fortalecendo práticas econômicas baseadas na cooperação.
Organizada pela Casa da Cidadania em parceria com o Governo do Estado da Bahia, a feira se consolidou como um importante espaço de comercialização para empreendimentos da economia solidária. Ao promover a circulação de produtos e o contato direto com o público, a ação contribuiu para a geração de renda e o fortalecimento das cadeias produtivas locais.
Mais do que um ambiente de vendas, o espaço se destacou como território de trocas e aprendizados. As peças expostas evidenciaram não apenas seu valor comercial, mas também a identidade cultural, os saberes tradicionais e o trabalho manual que caracteriza a produção baiana. Cada produto apresentado refletiu histórias, modos de vida e o vínculo direto com o território.
Inserida na programação da Feira de Caxixis, a economia solidária reafirmou seu papel como estratégia de desenvolvimento sustentável e inclusivo. Fundamentada na valorização do trabalho coletivo e na distribuição justa dos resultados, essa prática fortalece a autonomia dos sujeitos e impulsiona a inclusão produtiva em diferentes contextos.
A presença do Centro Público de Economia Solidária (Cesol) nesse cenário reforça o compromisso com o apoio técnico, a articulação de redes e a ampliação de oportunidades para os empreendimentos atendidos. Ao integrar tradição, cultura e geração de renda, a iniciativa evidencia que a economia solidária não apenas movimenta a economia local, mas também preserva saberes e promove desenvolvimento com identidade.