Cesol Sudoeste e Médio Sudoeste desenvolve sistema para modernizar gestão de dados

O Centro Público de Economia Solidária (Cesol) do Sudoeste e Médio Sudoeste, desenvolveu o Sistema de Documentos (SISDoc), plataforma criada para modernizar e qualificar os processos do Cesol. A proposta é facilitar o trabalho técnico por meio da padronização de documentos, geração de relatórios, organização de evidências e análise de dados com apoio da inteligência artificial.
A ideia de criar o sistema veio do coordenador geral do Centro Público, Rodrigo Rodrigues, que também atua como Analista de Sistemas e é pós-graduando em Ciências de Dados e Inteligência Artificial pela Universidade de Harvard. Segundo ele, a tecnologia deve ser utilizada como ferramenta prática de fortalecimento das políticas públicas, contribuindo para melhorar decisões, otimizar o tempo das equipes e ampliar a eficiência da gestão.

“No contexto do Cesol, o SISDoc busca oferecer mais segurança às informações institucionais e permitir que a equipe técnica concentre seus esforços no acompanhamento e fortalecimento dos empreendimentos da Economia Solidária”, afirmou Rodrigo. Ainda de acordo com ele, o sistema surge como resposta à necessidade de tornar os processos mais eficientes, transparentes e integrados à realidade dos Empreendimentos Econômicos Solidários (EES).

coordenador geral do Cesol, Rodrigo Rodrigues


Inteligência artificial e análise de dados
Entre os recursos do sistema estão a geração automatizada de documentos, produção de relatórios institucionais, acompanhamento de metas e análise de dados com o uso de inteligência artificial. A proposta é que a ferramenta também contribua na identificação de avanços, gargalos e possibilidades de melhoria nas ações desenvolvidas pelo Centro Público.
Transformação institucional
O Cesol Sudoeste e Médio Sudoeste se torna o primeiro Centro Público a utilizar um sistema de gestão de dados voltado para facilitar a organização das informações, otimizar os processos internos e fortalecer o acompanhamento das ações desenvolvidas pelo projeto. A iniciativa representa uma mudança na cultura organizacional, aproximando tecnologia, gestão pública e desenvolvimento social.
A expectativa é que a modernização dos processos contribua diretamente para ampliar a eficiência das atividades realizadas nos territórios, fortalecer o acompanhamento dos empreendimentos e qualificar ainda mais os serviços prestados no estado pela política pública de Economia Solidária.

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Equipe do Cesol participa de capacitação sobre chamadas públicas e editais do PNAE e PAA para agricultores familiares

Nesta segunda-feira (18), a equipe do Cesol participou de uma capacitação sobre chamadas públicas e editais do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) voltados para agricultores familiares. A formação aconteceu no auditório do Cesol e foi ministrada pela técnica do NTE 20, Alva Xavier da Silva, e pela nutricionista Dariane dos Santos.

Durante a capacitação, foram esclarecidas dúvidas sobre os programas, as formas de inscrição e como o Cesol pode auxiliar os empreendimentos da agricultura familiar no acesso aos editais e chamamentos públicos.

A técnica do NTE 20, Alva Xavier da Silva, destacou a importância da agricultura familiar para o fortalecimento socioeconômico dos produtores e para a oferta de uma alimentação mais saudável aos estudantes. “O objetivo da agricultura familiar é muito enriquecedor, tanto para o agricultor, porque fortalece esses agricultores no socioeconômico, quanto para a alimentação dos nossos estudantes, garantindo qualidade e alimentação saudável. Então, a agricultura familiar, quem participa, ganha dos dois lados”, afirmou.

O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) são programas do Governo Federal que fortalecem a agricultura familiar, geram renda para produtores e ajudam no combate à fome.

O PNAE garante alimentação saudável para estudantes da rede pública por meio da compra de alimentos da agricultura familiar para a merenda escolar. Já o PAA compra alimentos diretamente dos agricultores familiares e os destina para famílias em situação de vulnerabilidade e instituições sociais.

Para participar, o agricultor precisa ter o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) ativo e acompanhar editais e chamadas públicas divulgados por prefeituras, secretarias, cooperativas e associações. Entre os principais documentos exigidos estão RG, CPF, comprovante de residência, CAF e proposta de fornecimento dos alimentos.

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