O Centro Público de Economia Solidária (Cesol) do Sudoeste e Médio Sudoeste realizou a Semana da Mulher que trouxe como tema “Elas Sustentam: Caminhos para um Consumo Responsável”. A iniciativa propôs uma Semana de cuidado, diálogo e troca de experiências para as mulheres da economia solidária e contou como parceiros o Senac e o Shopping Conquista Sul.
O coordenador geral do Cesol, Rodrigo Rodrigues, destacou que este encontro também foi um espaço para refletir sobre o papel das mulheres na economia solidária. “São elas que movimentam muitos dos empreendimentos, geram renda, fortalecem suas comunidades e mostram, todos os dias, a força do trabalho coletivo e solidário”, disse o coordenador.
A programação da semana contou com o Podcast Conexão Cesol, que trouxe uma entrevista com o psicólogo Tiago Brito sobre o universo feminino, promovendo uma conversa aberta sobre autoconhecimento e as vivências das mulheres.
Em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), também foi realizado um atendimento de massoterapia em frente à loja Empório Nordestino, no Shopping Conquista Sul, proporcionando ao público participante um momento especial de relaxamento e cuidado.
O Dia D, último da semana para as mulheres, contou com aulas de defesa pessoal ministradas pelo professor Paulo Almeida, que ensinou técnicas e golpes de Krav Maga voltados à proteção e à segurança feminina. Para encerrar as atividades, as participantes também puderam vivenciar um momento de meditação e alinhamento dos chakras com o grupo Sahaja Yoga, conduzido por Carlos Públio.
Além disso, durante toda a semana foram lançados episódios da série especial “Semana da Mulher: Histórias da Economia Solidária” disponível no Instagram e no youtube, trazendo relatos e experiências de mulheres que constroem caminhos por meio da economia solidária.
Massoterapia – SENAC:
DIA D – AULAS DE DEFESA PESSOAL:
DIA D – TÉCNICAS DE MEDITAÇÃO:
A Semana da Mulher reafirmou o compromisso do Cesol em valorizar o protagonismo feminino e fortalecer iniciativas que promovem autonomia, cuidado e geração de renda. Mais do que uma programação especial, o encontro foi um momento de reconhecimento da força das mulheres que, com trabalho coletivo e solidariedade, constroem diariamente caminhos para uma economia mais justa, humana e sustentável.
Na última terça-feira (24), o Centro Público de Economia Solidária (Cesol) do Sudoeste e Médio Sudoeste, em parceria com o Programa de Formação Paul Singer, promoveu uma capacitação sobre a Carteira do Artesão para artesãos de municípios do Médio Sudoeste da Bahia. A atividade foi realizada em Itapetinga e reuniu artesãos e lideranças interessadas na regularização da atividade artesanal.
De acordo com a coordenadora de articulação do Cesol e facilitadora da formação, Alane Alves, a Carteira do Artesão é um instrumento fundamental que reconhece oficialmente o trabalho do artesão. “A Carteira do Artesão amplia as oportunidades de participação em feiras, editais e salões, além de fortalecer o acesso às políticas públicas, garantindo mais visibilidade e credibilidade ao trabalho artesanal”, disse.
Com o foco orientar artesãos e lideranças sobre o processo de emissão do documento, além de apresentar os fundamentos técnicos e legais que regulamentam o setor. Entre os conteúdos abordados estiveram a Portaria nº 1.007, que institui o Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) e estabelece a Base Conceitual do artesanato, o funcionamento do Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro (SICAB), o papel da Coordenação de Fomento ao Artesanato da Bahia (CFA) e as categorias de registro para emissão da carteira.
Também foram detalhados os critérios que definem quem pode ser considerado artesão, o que caracteriza o artesanato, as classificações das técnicas artesanais e as orientações práticas para o correto preenchimento do cadastro. A equipe explicou ainda como gravar o vídeo e produzir as fotos exigidas no processo de solicitação.
Ao final da parte teórica, foi informado que o sistema está temporariamente em manutenção e que, no momento, a solicitação da carteira está sendo realizada por meio do preenchimento de formulário no Google Forms. O passo a passo foi apresentado aos participantes para garantir que o processo seja realizado de forma correta.
O evento contou ainda com a participação online da Coordenação de Fomento ao Artesanato da Bahia, que trouxe esclarecimentos técnicos, enquanto o Programa de Formação Paul Singer articulou a presença dos municípios.
O agente territorial do programa, Erotides Neto, ressaltou a importância da Carteira do Artesão como política pública. “Os artesãos têm interesse e cabe a nós viabilizar esse processo, buscando caminhos para que a política pública seja efetiva e ajude a melhorar a vida dessas pessoas”, afirmou.
A iniciativa integra a estratégia do Cesol de fortalecer o artesanato nas regiões do Sudoeste e Médio Sudoeste, ampliando o acesso à informação, à regularização e às políticas públicas para os trabalhadores e trabalhadoras da economia solidária.
O Centro Público de Economia Solidária (Cesol) do Sudoeste e Médio Sudoeste realiza, de 15 a 23 de dezembro, a Feira Natalina da Economia Solidária, no Shopping Conquista Sul, em Vitória da Conquista. O evento reforça a atuação do Cesol no apoio aos empreendimentos atendidos pelo Centro Público, oferecendo um espaço estruturado para ampliar oportunidades de venda e estimular a geração de renda no período natalino.
A feira reunirá empreendimentos assistidos pelo Cesol que irão comercializar artesanato, decoração natalina, confecções, alimentos, bebidas, cosméticos naturais e outros produtos solidários. O espaço funciona como uma vitrine estratégica para os grupos, que encontram no shopping um fluxo maior de público e a chance de fortalecer a divulgação de suas marcas e ampliar sua participação no mercado local.
A iniciativa reafirma o compromisso com a economia solidária, modelo baseado na cooperação, na autogestão e na inclusão social. Para além das vendas, a feira estimula o consumo consciente e contribui para a sustentabilidade econômica dos empreendimentos atendidos.
O coordenador geral do Cesol, Rodrigo Rodrigues, destacou a importância da feira para o território e para a visibilidade dos empreendimentos. “As feiras de economia solidária são fundamentais para que os empreendimentos estejam presentes nesses espaços, comercializando seus produtos e, principalmente, mostrando que a Economia Solidária vive e se fortalece aqui nos territórios”, disse Rodrigo.
Vinculado à Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), o Cesol é uma política pública do Governo do Estado da Bahia que atua na assessoria técnica e no fortalecimento dos empreendimentos econômicos solidários, com foco em comercialização, capacitação e apoio à geração de renda.
A Feira Natalina da Economia Solidária também aproxima o público da produção realizada nos 37 municípios atendidos pelo Cesol nas regiões Sudoeste e Médio Sudoeste, evidenciando a diversidade e a força dos empreendimentos locais.
O Centro Público de Economia Solidária (Cesol) do Sudoeste e Médio Sudoeste torna público o Edital de Chamada para Expositores da Feira Natalina de Economia Solidária 2025, que será realizada de 15 a 23 de dezembro, no Shopping Conquista Sul, das 10h às 22h.
O edital apresenta os critérios de participação, requisitos, prazos e orientações gerais para seleção de empreendimentos que desejam expor seus produtos durante o evento. A ação integra a programação anual de fortalecimento da comercialização, voltada a empreendimentos apoiados e acompanhados pelo Cesol.
Os interessados devem acessar o edital completo para conferir todas as informações referentes ao processo de participação.
Nos dias 28 e 29 de novembro, das 8h às 18h, o Instituto Casa da Cidadania e o Centro Público de Economia Solidária (Cesol) do Sudoeste e Médio Sudoeste promovem, no Instituto de Educação Euclides Dantas (IEED), em Vitória da Conquista, a Feira de Economia Solidária, que integra a programação da 2ª Marcha Quilombola do Sudoeste Baiano. O evento reunirá produtos da agricultura familiar, saberes tradicionais e iniciativas que valorizam a produção local e a economia solidária, fortalecendo a identidade cultural do território.
De acordo com o coordenador geral do Cesol, Rodrigo Rodrigues, a feira é uma oportunidade para que os empreendimentos comercializem seus produtos e fortaleçam a economia solidária no território. “Um momento estratégico para os empreendimentos da região, uma vez que a Feira oferece visibilidade, circulação de público e oportunidade real de vendas”, disse o coordenador.
A Marcha Quilombola é organizado pelo Instituto Quilombola do Território do Sudoeste Baiano (IQSBa) e integra o calendário do Novembro Negro 2025, fortalecendo a luta por igualdade, reconhecimento e justiça social. Este ano o evento traz como tema central “Mulher Negra e Quilombola: desafios sociais e econômicos”, e promove debates sobre políticas públicas, identidade cultural e valorização da mulher quilombola na região.
Segundo o diretor do Instituto Quilombola Zezito Ferreira, a Feira é um espaço de fortalecimento da produção local, além de ser resultado de uma parceria entre o Instituto Quilombola, o Cesol e a Casa da Cidadania. “Cada produto que vai ser exposto na feira carrega uma história e é fruto do trabalho de famílias, de práticas tradicionais e de conhecimentos passados entre gerações”, destacou Zezito.
A expectativa do Instituto Quilombola é receber cerca de 3 mil visitantes de diversas cidades do Sudoeste Baiano, representando uma grande oportunidade de comercialização e visibilidade para os empreendimentos participantes. Entre as atividades da programação, destaca-se a ação Saúde Mais Perto, do governo do estado, que irá oferecer atendimentos gratuitos à população, como ultrassonografia, eletrocardiograma, coleta laboratorial e serviços de odontologia.
A partir desta quarta-feira, (3/04), o Cesol Sudoeste e Médio Sudoeste marcará presença na feira de negócios Bahia Origem Week, que acontece no Centro de Convenções de Salvador até o dia 6. Representado pelos membros da equipe Victória Gonçalves, Dhara Kamille e Caique Dias, o Cesol levará uma variedade de produtos dos empreendimentos solidários da sua carteira ativa.
Entre os ítens comercializados, estão produtos artesanais como bolsas e roupas de crochê, sousplats, pedras decorativas, mudas de rosa-do-deserto. Além de alimentos regionais, como farinhas, doces de jenipapo, balas gourmet, cocadas, velas artesanais e roupas para pets.
O Bahia Origem Week é um evento voltado ao fortalecimento do setor produtivo, com foco na valorização de marcas e produtos de origem, além do turismo. Em sua última edição, a feira recebeu 250 marcas de produtos de origem, 200 expositores e atraiu milhares de visitantes, movimentando cerca de R$ 4 milhões em negócios.
A partir desta terça-feira (18), os agricultores e agricultoras familiares já podem enviar as propostas para comercializar a produção a partir do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) na modalidade Compra com Doação Simultânea (CDS). Os projetos devem ser transmitidos para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) por meio do sistema PAANet até o próximo dia 20 de março. Os critérios de pontuação para participar do PAA neste ano foram definidos pelo Grupo Gestor do Programa (GGPAA) e publicados no Diário Oficial desta terça. Os recursos para a aquisição serão repassados para a Conab pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).
Confirmando o compromisso de incentivar o protagonismo das mulheres do campo, das águas e das florestas, as propostas para o PAA devem contar com no mínimo 50% de participação feminina. Além disso, quanto mais mulheres participarem das propostas, maior será a pontuação a ser recebida. Também serão priorizados os projetos com maior envolvimento da juventude rural.
Ainda serão prioritários os projetos agroecológicos e orgânicos, assim como as propostas com participação de indígenas, comunidades quilombolas e Povos e comunidades tradicionais (PCTs) e de assentados/as da reforma agrária.
Projetos apresentados – Outro critério estabelecido para as contratações deste ano se refere às organizações que já possuem propostas do Programa firmadas com a Conab nos últimos 2 anos. Nesse sentido, adotando como referência a data de fechamento do sistema, qual seja, 20 de março, as organizações contratadas que possuem execução acima de 70% e as organizações que apresentaram projetos em 2023 e 2024 e que não foram contratadas receberão 1 ponto; e as que possuem execução entre 50% e 69,9% receberão 0,5 ponto. Além disso, as propostas de até R$ 500 mil também terão pontuação diferenciada, recebendo 2 pontos, de forma a incentivar que um maior número de produtores e produtoras familiares participem do Programa.
Documentações – Entre as documentações exigidas, tanto as cooperativas e associações quanto seus cooperados e associados devem ter a Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP jurídica ou familiar) ou o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF jurídica ou familiar). No caso de povos indígenas e povos e comunidades tradicionais também é aceito o Número de Identificação Social (NIS), e para os assentados é permitido o uso do Registro de Beneficiário do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Cada organização fornecedora poderá acessar o limite de R$ 1,5 milhão por ano, sendo o limite por agricultor familiar é de R$ 15 mil. Em caso de dúvidas ou de necessidade de outras informações sobre a elaboração e a inscrição dos projetos, as cooperativas podem procurar as superintendências regionais da Conab em cada estado.
A Compra com Doação Simultânea tem como finalidade o apoio aos agricultores familiares, por meio de cooperativas e associações, a partir da compra de sua produção. Os alimentos adquiridos são destinados ao abastecimento da rede socioassistencial e de Equipamentos Públicos de Segurança Alimentar e Nutricional, como restaurantes populares e cozinhas solidárias.
Clique aqui e conheça os critérios e participação. Já para fazer a transmissão da proposta é necessário fazer o download do PAANet disponível no site da Companhia.
Na última segunda-feira (06/12), às 9h, o Centro Público de Economia Solidária (Cesol) reuniu 86 associados em uma Assembleia Geral. O encontro, realizado no auditório do Cesol, teve como principal tema o Fundo Rotativo e também trouxe palestras sobre temáticas ambientais, como consumo responsável e práticas para separação dos resíduos sólidos, assuntos que fazem parte da meta do novo contrato do Cesol. Além disso, houve também formação sobre Economia Solidária e Microcrédito.
Para o coordenador geral do Cesol, Rodrigo Rodrigues, a assembleia foi um dos maiores eventos que o Centro Publico já realizou, permitindo ver que os empreendimentos querem caminhar junto ao Centro. “Essa assembleia foi o pontapé inicial para começar os trabalhos, temos uma equipe competente e as expectativas para este ano de trabalho são as melhores”, complementou o coordenador.
Fundo Rotativo
O Fundo Rotativo funciona como um mecanismo de financiamento disponibilizado pelo Cesol para que os empreendimentos adquiram insumos e equipamentos essenciais às suas atividades. Diferentemente de um empréstimo tradicional, não há cobrança de juros ou correção monetária, o que facilita o acesso e promove o uso coletivo dos recursos.
Durante a Assembleia, foi lido e aprovado o Regimento Interno, documento que rege o Fundo Rotativo. Além disso, foi definido e aprovado o comitê gestor, composto por membros do Instituto Casa da Cidadania com Empreendimentos. A função do comitê é avaliar as condições do empreendimento solicitante, aprovar os recursos e garantir que os financiamentos atendam às reais necessidades dos empreendimentos, assegurando que os valores sejam devolvidos de forma responsável e garantindo a sustentabilidade do Fundo Rotativo.
Cada negócio pode acessar até R$ 6 mil por trimestre, considerando o limite total de R$ 75 mil do fundo. Após a utilização, os valores devem ser devolvidos para permitir que outros empreendimentos também tenham acesso ao financiamento. A gestão financeira do fundo é realizada pelo Cesol, enquanto a Casa da Cidadania é responsável pela custódia dos recursos.
A agente Sócio-Produtiva Victória Gonçalves falou em sua palestra para os empreendimentos presentes sobre a Economia Solidária, um modelo alternativo que promove a cooperação e a solidariedade entre indivíduos e comunidades. Ela explicou que a Economia Solidária visa uma distribuição mais justa da riqueza e o fortalecimento da autonomia local, priorizando o bem-estar social em vez do lucro. De acordo com ela, este tipo de economia tem o objetivo de promover a inclusão social e econômica, incentivar a colaboração e fortalecer a economia local, com práticas sustentáveis e justas.
O coordenador geral do Cesol, Rodrigo Rodrigues, em sua palestra sobre microcrédito, destacou a importância dessa modalidade de financiamento, que fortalece os pequenos empreendimentos. O foco do coordenador foi mostrar que o microcrédito oferece capital de giro acessível a empreendedores que têm dificuldades de acesso a crédito em instituições tradicionais, ajudando na expansão dos negócios e na geração de emprego e renda. Ele também citou exemplos de instituições que oferecem esse tipo de crédito.
A geógrafa e administradora Alane Alves falou sobre o papel do Empreendedorismo no Consumo Responsável. Em sua apresentação, ela trouxe o consumo responsável como forma de promover a sustentabilidade, a justiça social e o fortalecimento da economia solidária. Além disso, destacou a importância de escolher produtos e serviços de cooperativas e pequenos produtores, o que contribui para reduzir intermediários, fortalecer a economia local e incentivar práticas produtivas justas e sustentáveis. Nesse contexto, os empreendimentos têm papel essencial ao educar consumidores sobre escolhas conscientes, produzir de maneira responsável e incluir a comunidade nos processos produtivos.
Logo após a apresentação de Alane, aconteceu a palestra “Boas Práticas para a Separação dos Resíduos Sólidos”, com o presidente da associação Império Recicla Mais, Wallace Souza. Além de falar sobre suas vivências como catador de recicláveis, Wallace também abordou a conscientização social e o aprimoramento da gestão e organização em rede dos empreendimentos assistidos pelo Cesol. Durante a palestra, ele discutiu temas relacionados à separação e destinação de materiais recicláveis e orgânicos.
A assembleia foi encerrada com a bióloga Taiara Alves, que explicou os próximos passos do Cesol Sudoeste. Um de seus objetivos é realizar o mapeamento de empreendimentos que atuam com resíduos sólidos no território, prestando assistência técnica, especialmente nas áreas de gestão, organização em rede e conscientização social sobre a separação e destinação de materiais recicláveis e orgânicos.
A Assembleia Geral foi uma oportunidade para os empreendimentos entenderem melhor o funcionamento do fundo e os próximos passos do Cesol, além de esclarecerem dúvidas.
O Centro Público de Economia Solidária (Cesol) realizou uma visita técnica à Cooperativa Agropecuária Raízes do Nordeste, localizada na região rural de Belo Campo – BA. Durante o encontro, a equipe teve a oportunidade de conhecer de perto a produção de farinha, um dos principais produtos da cooperativa.
O encontro teve como objetivo principal alinhar estratégias para fortalecer a gestão dos empreendimentos solidários e apresentar ferramentas inovadoras que possam apoiar o crescimento e a sustentabilidade das iniciativas. Entre os temas abordados, destacou-se o Estudo de Viabilidade Econômica (EVE), um instrumento essencial para planejar e direcionar as atividades produtivas.
Durante a reunião, Iago Teixeira, responsável pelo setor jurídico do Cesol, explicou a importância do EVE como ferramenta para avaliar os potenciais e os desafios econômicos das cooperativas. A agente sócio-produtiva do Cesol, Taiara Alves, detalhou como o estudo contribui para a tomada de decisões mais assertivas, assegurando o desenvolvimento sustentável dos empreendimentos.
A Cooperativa Agropecuária Raízes do Nordeste, além da produção de farinha que é marcada por técnicas tradicionais, que valorizam a cultura local e a qualidade do produto final, a cooperativa também atua em outras frentes, incluindo o cultivo de plantas de lavoura temporária, criação de bovinos e aquicultura em água doce.
O Cesol com essas visitas visa apoiar os empreendimentos solidários, contribuindo para o fortalecimento de uma economia que prioriza as pessoas e o desenvolvimento comunitário.
O Centro Público de Economia Solidária (Cesol) realizou uma visita técnica ao empreendimento Kokos e Kabaças, do artesão Walter Lages. Durante o encontro, a equipe teve a oportunidade de conhecer de perto a produção de artesanato em coco e cabaça do artesão.
Um dos objetivos do Cesol nessas visitas é alinhar estratégias para fortalecer a gestão dos empreendimentos solidários e apresentar ferramentas inovadoras que possam apoiar o crescimento e a sustentabilidade das iniciativas. Entre os temas abordados, destacou-se o Estudo de Viabilidade Econômica (EVE), um instrumento essencial para planejar e direcionar as atividades produtivas.
O empreendimento Kokos e Kabaças faz parte da cartela ativa do Cesol e produz peças artesanais exclusivas, combinando sustentabilidade e criatividade. Utilizamos materiais naturais, como cascas de coco, cabaças, madeiras recicladas, sisal, verniz e óleo de coco, para criar produtos que valorizam a harmonia entre arte e natureza.