O Centro Público de Economia Solidária (Cesol) do Sudoeste e Médio Sudoeste realiza, de 15 a 23 de dezembro, a Feira Natalina da Economia Solidária, no Shopping Conquista Sul, em Vitória da Conquista. O evento reforça a atuação do Cesol no apoio aos empreendimentos atendidos pelo Centro Público, oferecendo um espaço estruturado para ampliar oportunidades de venda e estimular a geração de renda no período natalino.
A feira reunirá empreendimentos assistidos pelo Cesol que irão comercializar artesanato, decoração natalina, confecções, alimentos, bebidas, cosméticos naturais e outros produtos solidários. O espaço funciona como uma vitrine estratégica para os grupos, que encontram no shopping um fluxo maior de público e a chance de fortalecer a divulgação de suas marcas e ampliar sua participação no mercado local.
A iniciativa reafirma o compromisso com a economia solidária, modelo baseado na cooperação, na autogestão e na inclusão social. Para além das vendas, a feira estimula o consumo consciente e contribui para a sustentabilidade econômica dos empreendimentos atendidos.
O coordenador geral do Cesol, Rodrigo Rodrigues, destacou a importância da feira para o território e para a visibilidade dos empreendimentos. “As feiras de economia solidária são fundamentais para que os empreendimentos estejam presentes nesses espaços, comercializando seus produtos e, principalmente, mostrando que a Economia Solidária vive e se fortalece aqui nos territórios”, disse Rodrigo.
Vinculado à Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), o Cesol é uma política pública do Governo do Estado da Bahia que atua na assessoria técnica e no fortalecimento dos empreendimentos econômicos solidários, com foco em comercialização, capacitação e apoio à geração de renda.
A Feira Natalina da Economia Solidária também aproxima o público da produção realizada nos 37 municípios atendidos pelo Cesol nas regiões Sudoeste e Médio Sudoeste, evidenciando a diversidade e a força dos empreendimentos locais.
Nos dias 28 e 29 de novembro, das 8h às 18h, o Instituto Casa da Cidadania e o Centro Público de Economia Solidária (Cesol) do Sudoeste e Médio Sudoeste promovem, no Instituto de Educação Euclides Dantas (IEED), em Vitória da Conquista, a Feira de Economia Solidária, que integra a programação da 2ª Marcha Quilombola do Sudoeste Baiano. O evento reunirá produtos da agricultura familiar, saberes tradicionais e iniciativas que valorizam a produção local e a economia solidária, fortalecendo a identidade cultural do território.
De acordo com o coordenador geral do Cesol, Rodrigo Rodrigues, a feira é uma oportunidade para que os empreendimentos comercializem seus produtos e fortaleçam a economia solidária no território. “Um momento estratégico para os empreendimentos da região, uma vez que a Feira oferece visibilidade, circulação de público e oportunidade real de vendas”, disse o coordenador.
A Marcha Quilombola é organizado pelo Instituto Quilombola do Território do Sudoeste Baiano (IQSBa) e integra o calendário do Novembro Negro 2025, fortalecendo a luta por igualdade, reconhecimento e justiça social. Este ano o evento traz como tema central “Mulher Negra e Quilombola: desafios sociais e econômicos”, e promove debates sobre políticas públicas, identidade cultural e valorização da mulher quilombola na região.
Segundo o diretor do Instituto Quilombola Zezito Ferreira, a Feira é um espaço de fortalecimento da produção local, além de ser resultado de uma parceria entre o Instituto Quilombola, o Cesol e a Casa da Cidadania. “Cada produto que vai ser exposto na feira carrega uma história e é fruto do trabalho de famílias, de práticas tradicionais e de conhecimentos passados entre gerações”, destacou Zezito.
A expectativa do Instituto Quilombola é receber cerca de 3 mil visitantes de diversas cidades do Sudoeste Baiano, representando uma grande oportunidade de comercialização e visibilidade para os empreendimentos participantes. Entre as atividades da programação, destaca-se a ação Saúde Mais Perto, do governo do estado, que irá oferecer atendimentos gratuitos à população, como ultrassonografia, eletrocardiograma, coleta laboratorial e serviços de odontologia.
O município de Paramirim vai receber, entre os dias 12 e 14 de setembro, a 1ª Feira da Economia Solidária, promovida pelo Instituto Casa da Cidadania em parceria com a Prefeitura Municipal da cidade e a Secretária de Cultura. O evento será realizado na Praça Santo Antônio, no Centro, e tem a expectativa de reunir cerca de 5 mil pessoas durante os três dias de atividades culturais, artísticas e de fortalecimento do empreendedorismo coletivo.
A abertura acontece no dia 12, às 19h, com a apresentação da Filarmônica Municipal Lira Nossa Senhora da Graça, seguida da fala de autoridades locais, apresentação musical, estande de pintura facial para crianças e a abertura oficial da feira.
No segundo dia, o público poderá prestigiar o tradicional Reisado da Tábua, além de show musical e da feira solidária. Já no dia 14, o encerramento será marcado pela apresentação do Grupo de Capoeira Tim Tim, mais um show musical e a presença dos expositores que movimentam o espaço.
A realização da feira faz parte das comemorações pelos 147 anos de Paramirim, celebrados sob o lema “Nossa história inspira, nosso futuro nos une”. A feira traz memória, cultura e empreendedorismo e uma programação que valoriza a identidade local e fortalece o futuro da comunidade.
Serviço: Local: Praça Santo Antônio – Centro, Paramirim Data: 12 a 14 de setembro Horário: Abertura às 19h Público estimado: 5 mil pessoas Realização: Instituto Casa da Cidadania
A partir desta terça-feira (18), os agricultores e agricultoras familiares já podem enviar as propostas para comercializar a produção a partir do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) na modalidade Compra com Doação Simultânea (CDS). Os projetos devem ser transmitidos para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) por meio do sistema PAANet até o próximo dia 20 de março. Os critérios de pontuação para participar do PAA neste ano foram definidos pelo Grupo Gestor do Programa (GGPAA) e publicados no Diário Oficial desta terça. Os recursos para a aquisição serão repassados para a Conab pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).
Confirmando o compromisso de incentivar o protagonismo das mulheres do campo, das águas e das florestas, as propostas para o PAA devem contar com no mínimo 50% de participação feminina. Além disso, quanto mais mulheres participarem das propostas, maior será a pontuação a ser recebida. Também serão priorizados os projetos com maior envolvimento da juventude rural.
Ainda serão prioritários os projetos agroecológicos e orgânicos, assim como as propostas com participação de indígenas, comunidades quilombolas e Povos e comunidades tradicionais (PCTs) e de assentados/as da reforma agrária.
Projetos apresentados – Outro critério estabelecido para as contratações deste ano se refere às organizações que já possuem propostas do Programa firmadas com a Conab nos últimos 2 anos. Nesse sentido, adotando como referência a data de fechamento do sistema, qual seja, 20 de março, as organizações contratadas que possuem execução acima de 70% e as organizações que apresentaram projetos em 2023 e 2024 e que não foram contratadas receberão 1 ponto; e as que possuem execução entre 50% e 69,9% receberão 0,5 ponto. Além disso, as propostas de até R$ 500 mil também terão pontuação diferenciada, recebendo 2 pontos, de forma a incentivar que um maior número de produtores e produtoras familiares participem do Programa.
Documentações – Entre as documentações exigidas, tanto as cooperativas e associações quanto seus cooperados e associados devem ter a Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP jurídica ou familiar) ou o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF jurídica ou familiar). No caso de povos indígenas e povos e comunidades tradicionais também é aceito o Número de Identificação Social (NIS), e para os assentados é permitido o uso do Registro de Beneficiário do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Cada organização fornecedora poderá acessar o limite de R$ 1,5 milhão por ano, sendo o limite por agricultor familiar é de R$ 15 mil. Em caso de dúvidas ou de necessidade de outras informações sobre a elaboração e a inscrição dos projetos, as cooperativas podem procurar as superintendências regionais da Conab em cada estado.
A Compra com Doação Simultânea tem como finalidade o apoio aos agricultores familiares, por meio de cooperativas e associações, a partir da compra de sua produção. Os alimentos adquiridos são destinados ao abastecimento da rede socioassistencial e de Equipamentos Públicos de Segurança Alimentar e Nutricional, como restaurantes populares e cozinhas solidárias.
Clique aqui e conheça os critérios e participação. Já para fazer a transmissão da proposta é necessário fazer o download do PAANet disponível no site da Companhia.
Na última segunda-feira (06/12), às 9h, o Centro Público de Economia Solidária (Cesol) reuniu 86 associados em uma Assembleia Geral. O encontro, realizado no auditório do Cesol, teve como principal tema o Fundo Rotativo e também trouxe palestras sobre temáticas ambientais, como consumo responsável e práticas para separação dos resíduos sólidos, assuntos que fazem parte da meta do novo contrato do Cesol. Além disso, houve também formação sobre Economia Solidária e Microcrédito.
Para o coordenador geral do Cesol, Rodrigo Rodrigues, a assembleia foi um dos maiores eventos que o Centro Publico já realizou, permitindo ver que os empreendimentos querem caminhar junto ao Centro. “Essa assembleia foi o pontapé inicial para começar os trabalhos, temos uma equipe competente e as expectativas para este ano de trabalho são as melhores”, complementou o coordenador.
Fundo Rotativo
O Fundo Rotativo funciona como um mecanismo de financiamento disponibilizado pelo Cesol para que os empreendimentos adquiram insumos e equipamentos essenciais às suas atividades. Diferentemente de um empréstimo tradicional, não há cobrança de juros ou correção monetária, o que facilita o acesso e promove o uso coletivo dos recursos.
Durante a Assembleia, foi lido e aprovado o Regimento Interno, documento que rege o Fundo Rotativo. Além disso, foi definido e aprovado o comitê gestor, composto por membros do Instituto Casa da Cidadania com Empreendimentos. A função do comitê é avaliar as condições do empreendimento solicitante, aprovar os recursos e garantir que os financiamentos atendam às reais necessidades dos empreendimentos, assegurando que os valores sejam devolvidos de forma responsável e garantindo a sustentabilidade do Fundo Rotativo.
Cada negócio pode acessar até R$ 6 mil por trimestre, considerando o limite total de R$ 75 mil do fundo. Após a utilização, os valores devem ser devolvidos para permitir que outros empreendimentos também tenham acesso ao financiamento. A gestão financeira do fundo é realizada pelo Cesol, enquanto a Casa da Cidadania é responsável pela custódia dos recursos.
A agente Sócio-Produtiva Victória Gonçalves falou em sua palestra para os empreendimentos presentes sobre a Economia Solidária, um modelo alternativo que promove a cooperação e a solidariedade entre indivíduos e comunidades. Ela explicou que a Economia Solidária visa uma distribuição mais justa da riqueza e o fortalecimento da autonomia local, priorizando o bem-estar social em vez do lucro. De acordo com ela, este tipo de economia tem o objetivo de promover a inclusão social e econômica, incentivar a colaboração e fortalecer a economia local, com práticas sustentáveis e justas.
O coordenador geral do Cesol, Rodrigo Rodrigues, em sua palestra sobre microcrédito, destacou a importância dessa modalidade de financiamento, que fortalece os pequenos empreendimentos. O foco do coordenador foi mostrar que o microcrédito oferece capital de giro acessível a empreendedores que têm dificuldades de acesso a crédito em instituições tradicionais, ajudando na expansão dos negócios e na geração de emprego e renda. Ele também citou exemplos de instituições que oferecem esse tipo de crédito.
A geógrafa e administradora Alane Alves falou sobre o papel do Empreendedorismo no Consumo Responsável. Em sua apresentação, ela trouxe o consumo responsável como forma de promover a sustentabilidade, a justiça social e o fortalecimento da economia solidária. Além disso, destacou a importância de escolher produtos e serviços de cooperativas e pequenos produtores, o que contribui para reduzir intermediários, fortalecer a economia local e incentivar práticas produtivas justas e sustentáveis. Nesse contexto, os empreendimentos têm papel essencial ao educar consumidores sobre escolhas conscientes, produzir de maneira responsável e incluir a comunidade nos processos produtivos.
Logo após a apresentação de Alane, aconteceu a palestra “Boas Práticas para a Separação dos Resíduos Sólidos”, com o presidente da associação Império Recicla Mais, Wallace Souza. Além de falar sobre suas vivências como catador de recicláveis, Wallace também abordou a conscientização social e o aprimoramento da gestão e organização em rede dos empreendimentos assistidos pelo Cesol. Durante a palestra, ele discutiu temas relacionados à separação e destinação de materiais recicláveis e orgânicos.
A assembleia foi encerrada com a bióloga Taiara Alves, que explicou os próximos passos do Cesol Sudoeste. Um de seus objetivos é realizar o mapeamento de empreendimentos que atuam com resíduos sólidos no território, prestando assistência técnica, especialmente nas áreas de gestão, organização em rede e conscientização social sobre a separação e destinação de materiais recicláveis e orgânicos.
A Assembleia Geral foi uma oportunidade para os empreendimentos entenderem melhor o funcionamento do fundo e os próximos passos do Cesol, além de esclarecerem dúvidas.
O Centro Público de Economia Solidária (Cesol) realizou uma visita técnica à Cooperativa Agropecuária Raízes do Nordeste, localizada na região rural de Belo Campo – BA. Durante o encontro, a equipe teve a oportunidade de conhecer de perto a produção de farinha, um dos principais produtos da cooperativa.
O encontro teve como objetivo principal alinhar estratégias para fortalecer a gestão dos empreendimentos solidários e apresentar ferramentas inovadoras que possam apoiar o crescimento e a sustentabilidade das iniciativas. Entre os temas abordados, destacou-se o Estudo de Viabilidade Econômica (EVE), um instrumento essencial para planejar e direcionar as atividades produtivas.
Durante a reunião, Iago Teixeira, responsável pelo setor jurídico do Cesol, explicou a importância do EVE como ferramenta para avaliar os potenciais e os desafios econômicos das cooperativas. A agente sócio-produtiva do Cesol, Taiara Alves, detalhou como o estudo contribui para a tomada de decisões mais assertivas, assegurando o desenvolvimento sustentável dos empreendimentos.
A Cooperativa Agropecuária Raízes do Nordeste, além da produção de farinha que é marcada por técnicas tradicionais, que valorizam a cultura local e a qualidade do produto final, a cooperativa também atua em outras frentes, incluindo o cultivo de plantas de lavoura temporária, criação de bovinos e aquicultura em água doce.
O Cesol com essas visitas visa apoiar os empreendimentos solidários, contribuindo para o fortalecimento de uma economia que prioriza as pessoas e o desenvolvimento comunitário.
O Centro Público de Economia Solidária (Cesol) realizou uma visita técnica ao empreendimento Kokos e Kabaças, do artesão Walter Lages. Durante o encontro, a equipe teve a oportunidade de conhecer de perto a produção de artesanato em coco e cabaça do artesão.
Um dos objetivos do Cesol nessas visitas é alinhar estratégias para fortalecer a gestão dos empreendimentos solidários e apresentar ferramentas inovadoras que possam apoiar o crescimento e a sustentabilidade das iniciativas. Entre os temas abordados, destacou-se o Estudo de Viabilidade Econômica (EVE), um instrumento essencial para planejar e direcionar as atividades produtivas.
O empreendimento Kokos e Kabaças faz parte da cartela ativa do Cesol e produz peças artesanais exclusivas, combinando sustentabilidade e criatividade. Utilizamos materiais naturais, como cascas de coco, cabaças, madeiras recicladas, sisal, verniz e óleo de coco, para criar produtos que valorizam a harmonia entre arte e natureza.
Nesta quinta-feira (19/12), o Centro Público de Economia Solidária (Cesol) promoveu uma reunião com o empreendimento Kidelícia, representado por Sônia Cleide, com o objetivo de orientar e capacitar o uso estratégico das redes sociais. A ação, liderada pelo assessor de comunicação Denilson Soares, buscou fortalecer a presença online do empreendimento, ampliar a divulgação de produtos e impulsionar as vendas.
Durante o encontro, foi destacada a importância das redes sociais como ferramentas de comercialização e de fortalecimento da identidade de produtos e serviços. Além disso, a equipe do Cesol realizou uma capacitação prática no uso do aplicativo Canva, ensinando funcionalidades básicas, como a criação de posts atrativos, personalização de conteúdos com imagens e textos relevantes, e a utilização de templates e elementos visuais.
Outro ponto abordado foi o planejamento estratégico, incluindo a identificação do público-alvo do Kidelícia e a definição de uma rotina de postagens. Foram criados exemplos de cards promocionais e discutidos formatos de vídeos e fotografias para otimizar a divulgação dos produtos.
O Cesol se comprometeu a acompanhar o desempenho das redes sociais do Kidelícia, oferecendo suporte técnico contínuo, produção de novas peças de divulgação e análise de métricas. Essa iniciativa integra a meta do Cesol de atender, trimestralmente, ao menos 32 empreendimentos, fornecendo apoio na criação e manutenção de redes sociais, além de promover as marcas atendidas por meio de materiais como cards, vídeos e fotos.
A reunião reforçou o compromisso do Cesol com a promoção da economia solidária, destacando a colaboração do Kidelícia como fundamental para o sucesso da parceria. O trabalho conjunto reflete o empenho em construir uma economia mais justa e sustentável, baseada nos princípios da solidariedade e do trabalho coletivo.
A equipe técnica do Centro Público de Economia Solidária (Cesol) realizou, no dia 19 de dezembro, uma reunião online com a diretora do Instituto Quilombola para avançar nos estudos de viabilidade econômica e atualização do CAD Cidadão da associação. A iniciativa faz parte do esforço contínuo do Cesol em promover a economia solidária e fortalecer empreendimentos locais.
Durante o encontro, foram apresentados novos recursos e iniciativas voltados para o aprimoramento dos negócios vinculados ao Instituto Quilombola. Entre os destaques, estiveram ferramentas de gestão e ações colaborativas, como o suporte tecnológico proporcionado pelo Sistema de Estudos de Viabilidade para Empreendimentos da Economia Popular Solidária (Seiva).
O estudo de viabilidade visa elaborar um plano de ação que impulsione o crescimento e a sustentabilidade dos empreendimentos assistidos. A proposta é integrar práticas inovadoras e sustentáveis, alinhadas aos princípios da economia solidária, fortalecendo a autonomia das associações.
O Instituto Quilombola, uma das organizações acompanhadas pelo Cesol, reúne empreendedores comprometidos com práticas colaborativas e sustentáveis, contribuindo para o desenvolvimento local e a geração de renda. Essa parceria reforça o papel do Cesol em criar oportunidades para o avanço da economia popular solidária.
Com um sucesso de vendas o Cesol Sudoeste e Médio Sudoeste levou produtos de 128 empreendimentos para serem comercializados na 15° edição da Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Febafes). O evento foi realizado em Salvador no Parque Costa Azul, entre os dias 11 a 15 de dezembro de 2024. Participaram da feira agricultores familiares, assentados de programas de reforma agrária, povos e comunidades tradicionais de economia solidária dos 27 territórios de identidade do estado da Bahia.
O Deputado Estadual Fabrício Falcão e o Coordenador Geral de Projetos Especiais (Car) Gilmar Bonfim compareceram em apoio à Febafes. Para o Deputado Fabrício , o evento é muito importante, e é através dessas feiras que a economia solidária e a agricultura familiar é fortalecida. “Esse é um momento muito importante para a economia solidária, uma ação de fortalecimento proporcionada pelo nosso governador Jerônimo”, disse o deputado.
A Febafes já acontece há 15 anos e tem como objetivo de reunir os resultados da agricultura familiar e economia solidária baiana. Este ano, a feira trouxe uma novidade, a inclusão da Feira Nordestina, que reuniu empreendimentos de agricultura familiar de todos os nove estados do Nordeste, ampliando a diversidade de produtos e reforçando a integração regional.
A Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Febafes), foi promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Social (SDR) em parceria com a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) e a Superintendência de Agricultura Familiar (Suaf), conta ainda com o apoio da União das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária do Estado da Bahia (Unicafes-BA), do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste.